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	<title>passarela &#8211; SINDÓPOLIS</title>
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	<description>Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis</description>
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		<title>Petrobras anuncia lançamento de novos contratos de venda de gasolina e diesel para distribuidoras</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 14:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras comunicou ao mercado na manhã desta sexta-feira (10) ter aprovado novos modelos contratuais para venda de gasolina A e de óleo diesel rodoviário e marítimo para as distribuidoras de combustíveis. Segundo a companhia, os novos modelos contratuais visam “simplificar alguns processos, aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a Petrobras na adoção de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>A Petrobras comunicou ao mercado na manhã desta sexta-feira (10) ter aprovado novos modelos contratuais para venda de gasolina A e de óleo diesel rodoviário e marítimo para as distribuidoras de combustíveis.</p>
<p>Segundo a companhia, os novos modelos contratuais visam “simplificar alguns processos, aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a Petrobras na adoção de novas estratégias comerciais”.</p>
<p>“No cenário atual do mercado, caracterizado pela entrada de produto importado por terceiros e pelo processo de desinvestimento de ativos de refino, torna-se necessário promover aperfeiçoamentos em algumas cláusulas comerciais e operacionais. Esses ajustes, definidos com base na experiência obtida ao longo do período de vigência dos atuais contratos e em decorrência de feedback dos clientes, buscam fortalecer a relação comercial com nossos clientes e a competitividade da companhia”.</p>
<p>A estatal afirmou que os novos contratos darão mais flexibilidade, sendo possível ajustar condições comerciais de acordo com o mercado, “representando um passo importante para o posicionamento da Petrobras no novo ambiente competitivo”.</p>
<p>A companhia ainda informou ser importante ressaltar que não há mudanças nas práticas de precificação destes produtos, que seguem o alinhamento dos mercados internacionais.</p>
<p>Os novos contratos ainda serão submetidos à homologação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), seguindo a regulação vigente, finalizou.</p>
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<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Infomoney</div>
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		<title>Novo PMPF dos combustíveis traz aumento da gasolina em 12 estados</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 14:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras comunicou ao mercado na manhã desta sexta-feira (10) ter aprovado novos modelos contratuais para venda de gasolina A e de óleo diesel rodoviário e marítimo para as distribuidoras de combustíveis. Segundo a companhia, os novos modelos contratuais visam “simplificar alguns processos, aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a Petrobras na adoção de</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>A Petrobras comunicou ao mercado na manhã desta sexta-feira (10) ter aprovado novos modelos contratuais para venda de gasolina A e de óleo diesel rodoviário e marítimo para as distribuidoras de combustíveis.</p>
<p>Segundo a companhia, os novos modelos contratuais visam “simplificar alguns processos, aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a Petrobras na adoção de novas estratégias comerciais”.</p>
<p>“No cenário atual do mercado, caracterizado pela entrada de produto importado por terceiros e pelo processo de desinvestimento de ativos de refino, torna-se necessário promover aperfeiçoamentos em algumas cláusulas comerciais e operacionais. Esses ajustes, definidos com base na experiência obtida ao longo do período de vigência dos atuais contratos e em decorrência de feedback dos clientes, buscam fortalecer a relação comercial com nossos clientes e a competitividade da companhia”.</p>
<p>A estatal afirmou que os novos contratos darão mais flexibilidade, sendo possível ajustar condições comerciais de acordo com o mercado, “representando um passo importante para o posicionamento da Petrobras no novo ambiente competitivo”.</p>
<p>A companhia ainda informou ser importante ressaltar que não há mudanças nas práticas de precificação destes produtos, que seguem o alinhamento dos mercados internacionais.</p>
<p>Os novos contratos ainda serão submetidos à homologação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), seguindo a regulação vigente, finalizou.</p>
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<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Infomoney</div>
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		<title>ANP: Bloqueio de estradas não compromete o abastecimento de combustíveis</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 13:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bloqueio de rodovias federais promovido por caminhoneiros ainda não afetou o abastecimento de combustíveis no País e, segundo fontes do segmento de distribuição, o movimento está perdendo força e já não preocupa como ontem, quando os protestos se intensificaram após os atos do 7 de Setembro. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>O bloqueio de rodovias federais promovido por caminhoneiros ainda não afetou o abastecimento de combustíveis no País e, segundo fontes do segmento de distribuição, o movimento está perdendo força e já não preocupa como ontem, quando os protestos se intensificaram após os atos do 7 de Setembro. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) diz que não há risco de faltar produtos como gasolina, óleo diesel e gás de cozinha.</p>
<p>A agência enviou, ontem à noite, um ofício às distribuidoras de combustíveis pedindo que elas informassem se estavam tendo problemas com as paralisações de caminhoneiros e teve a resposta de que o cenário ainda não é tão crítico.</p>
<p>&#8220;As informações recebidas até o momento (início da tarde desta quinta-feira) não trazem nenhuma ameaça ao abastecimento de combustíveis. Foram registrados alguns atrasos pontuais nas entregas, mas esses problemas estão sendo superados com a desobstrução das vias&#8221;, informou o órgão regulador, por meio de sua assessoria de imprensa.</p>
<p>O abastecimento de gás de cozinha (gás liquefeito de petróleo) está lento, mas também não parou. Segundo o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), Sérgio Bandeira de Mello, as empresas estão com dificuldade em vários pontos, mas alguns bloqueios estão se desfazendo e ajudando a aliviar o abastecimento. &#8220;É cedo para falar em desabastecimento&#8221;, afirmou ele, acrescentando que a situação não deixa de ser preocupante e que os custos das empresas devem aumentar com os protestos.</p>
<p>Os bloqueios de rodovias cresceram ontem, em seguida às manifestações promovidas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no dia da Independência.</p>
<p>O Ministério da Infraestrutura informou haver, no fim da manhã, paralisações em 14 Estados, &#8220;com abordagem a veículos de cargas&#8221; e bloqueios em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Minas Gerais e Maranhão.</p>
<p>O ministério também informou que corredores logísticos foram liberados pela PRF em: Minas Gerais, na BR-040; Rio de Janeiro, na BR-116 (Dutra/Barra Mansa) e BR-040 (Reduc); Espírito Santo, na BR-101; Paraná, na BR-376 e Goiás, em Anápolis, na BR-153.</p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: O Estado de S. Paulo</div>
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		<title>Preços do petróleo recuam após cortes de preços da Arábia Saudita</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 14:33:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços do petróleo recuaram nesta segunda-feira, após os cortes acentuados da Arábia Saudita nos preços de contrato do petróleo para a Ásia reacenderem preocupações com as perspectivas da demanda. Os contratos futuros do Brent recuaram 0,39 dólar para fechar em 72,22 dólares o barril. O petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,40 dólar em 68,89</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>Os preços do petróleo recuaram nesta segunda-feira, após os cortes acentuados da Arábia Saudita nos preços de contrato do petróleo para a Ásia reacenderem preocupações com as perspectivas da demanda.</p>
<p>Os contratos futuros do Brent recuaram 0,39 dólar para fechar em 72,22 dólares o barril. O petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,40 dólar em 68,89 dólares o barril.</p>
<p>O grupo estatal de petróleo Saudi Aramco notificou os clientes em um comunicado no domingo que iria cortar os preços oficiais de venda (OSPs, na sigla em inglês) de outubro para todos os tipos de petróleo vendidos para a Ásia, sua maior região de compra, em pelo o menos 1 dólar o barril.</p>
<p>Os cortes dos preços foram maiores que o esperado, baseado numa pesquisa da Reuters com refinarias asiáticas.</p>
<p>&#8220;Quando a gigante saudita corta seus preços de venda para a Ásia em outubro, sinalizando que vê a relação entre oferta e demanda mudando ligeiramente, os traders não podem deixar de seguir esse caminho hoje&#8221;, disse Bjornar Tonhaugen, chefe de mercados de petróleo da Rystad Energy.</p>
<p>As ofertas globais de petróleo estão aumentando a medida que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, um grupo conhecido como Opep+, estão aumentando a produção em 400 mil barris por dia (bpd) a cada mês entre agosto e dezembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Reuters<br />
Texto extraído do portal Notícias Agrícolas</b></p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Agência UDOP</div>
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		<title>Alta do diesel chega a dobrar valor do frete dos alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 14:23:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este ano, os brasileiros estão sofrendo com as constantes altas nos preços dos combustíveis. Com o transporte rodoviário sendo o principal sistema logístico do país, muitos são os impactos em vários setores. No agronegócio, os produtores de frutas já sofrem com o aumento no valor do frete e também dos insumos necessários para produção. Desde</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>Este ano, os brasileiros estão sofrendo com as constantes altas nos preços dos combustíveis. Com o transporte rodoviário sendo o principal sistema logístico do país, muitos são os impactos em vários setores. No agronegócio, os produtores de frutas já sofrem com o aumento no valor do frete e também dos insumos necessários para produção.</p>
<p>Desde maio que o preço médio do frete para produtos do agronegócio subiu. A alta foi de 1,2% em comparação com o mês de abril, segundo o Índice FreteBras do Preço do Frete (IFPF).</p>
<p>O diesel é o principal componente no custo logístico da agroindústria e, no mês de julho, sofreu alteração no valor juntamente com a gasolina e o gás de cozinha. Os aumentos foram de 3,7%, 6,3%, e 5,9%, respectivamente. Segundo a Petrobras, os novos preços acompanham a alta das cotações internacionais do petróleo e derivados. A elevação refere-se às refinarias da estatal e o repasse ao consumidor depende de políticas comerciais externas.</p>
<p>As variações no custo do combustível são significantes e afetam diretamente o bolso do agricultor. Na zona rural do município de Juazeiro, o produtor de manga e limão, Gilvado Santos, 53, já sente os efeitos negativos. Ele teve que parar com o cultivo de cocos em prol de cortar custos e se manter na produção de outras frutas. O preço para transportar os alimentos dobrou, o que dificultou a vida do produtor agrícola.</p>
<p>&#8220;Nós, os produtores, dependemos de transportes para carregar a mercadoria que vendemos. Mas, devido aos grandes aumentos que os combustíveis vêm sofrendo, estamos pagando bem mais caro. Antes, para transportar uma caixa de frutas, o valor era R$ 2,50. Agora já estão cobrando R$ 5,00. Transportei recentemente 300 caixas, paguei R$ 1.500, o dobro do que pagava para transportar essa quantidade&#8221;, desabafa Givaldo.</p>
<p><b>Cadeia produtiva</b></p>
<p>Para o vice-presidente do Instituto da Fruta do Vale de São Francisco, Josival Barbosa, toda cadeia produtiva do campo está sofrendo implicações. &#8220;Entrei em contato com pequenos, médios e grandes produtores e todos falaram como estão sendo impactados, tanto pela logística quanto pela produção. São diversas questões que influenciam: a mecanização agrícola, que é a diesel, e o transporte de funcionários, entre outras coisas&#8221;, afirmou Josival.</p>
<p>Ele, que também trabalha com o plantio de frutas, estipula que o custo para produzir aumentou mais de 60%. O preço elevado do adubo é um dos agravantes segundo Josival. &#8220;O preço do combustível está embutido em tudo, eu comprava um saco de adubo por R$ 45, agora estou pagando R$ 74&#8221;, diz o vice-presidente.</p>
<p>Em 2021, as cotações dos adubos subiram entre 70% e 95% em dólar, considerando o fosfato monoamônico (Map), a ureia e o cloreto de potássio (KCl), conforme o Rabobank, grupo especializado no agronegócio.</p>
<p>Segundo Givaldo, estão sendo muitas as dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores agrícolas. Com os insumos necessários para a produção se tornando cada vez mais caros, o lucro se torna pouco ou inexistente. Assim, os agricultores acabam desistindo do negócio, que muitas das vezes é a única fonte de renda da família.</p>
<p>&#8220;Muitos produtores já falam em vender suas propriedades, o que também é difícil, pois as pessoas não estão querendo investir na agricultura, já que esse cenário não é nada favorável&#8221;, diz o produtor.</p>
<p>Quem concorda com ele é o também produtor rural Silvino Pereira, 40, que, como Givaldo, tem propriedade em Juazeiro e compartilha dos problemas gerados ou agravados pelo encarecimento dos combustíveis. &#8220;O custo de produção subiu muito, o que aumenta as despesas da roça. Os insumos que chegam na zona rural sofreram uma elevação no preço, visto que as lojas taxam os produtos de acordo com os aumentos nos custos, que são influenciados pelos combustiveis&#8221;, explica Silvino.</p>
<p>Trabalhando com a produção de coco e manga, o agricultor conta que apesar de gastar mais para plantar, o preço de venda das frutas baixou, sobretudo, por causa do inverno. Isso fez com que não existisse lucro, tornando o mercado agroalimentar menos atrativo e com muitos riscos financeiros. Por isso, minimizar os impactos é necessário e, para isso, cortar gastos se tornou uma alternativa para Silvino.</p>
<p>&#8220;Temos muitas despesas, o diesel além de influenciar o valor do frete também é usado nos tratores que aplicam agrotóxico na plantação. Antes a gente enchia o tanque de um trator a R$ 200, hoje já passa de R$ 300. Então, eu tive que cortar custos. Parei de plantar melão e dispensei alguns trabalhadores que ajudavam no processo de produção&#8221;, diz.</p>
<p>Apesar de muitas altas no agronegócio, o consumidor talvez não seja atingido de forma direta. De acordo com o presidente da Associação de Permissionários da Ceasa (Aspec), Márcio Roberto Almeida, &#8220;o aumento nos combustíveis sempre agiu como elemento para a alta nos preços dos insumos, mas, em muitos casos, os proprietários dos veículos e comerciantes assimilam esse aumento não repassando para o cliente final&#8221;.</p>
<p><b>Mercado externo</b></p>
<p>Foi no ano de 2016 que a cotação internacional do petróleo passou a afetar os valores dos combustíveis no Brasil, segundo o especialista em conjuntura econômica da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Luiz Mário Vieira. Ele diz que isso se deu quando a Petrobras, sob o comando de Pedro Parente, que havia sido indicado pelo ex-presidente Michel Temer, implementou o preço de paridade de importação (PPI).</p>
<p>&#8220;O PPI considera quatro elementos centrais na definição dos preços: a variação internacional do barril do petróleo; as cotações do dólar, os custos de transporte e uma margem imposta pela companhia, que funciona como uma espécie de ?´seguro?´ para evitar prejuízos?´?´, explica o especialista.</p>
<p>Nesse cenário, o agronegócio sofre consequências, que são mais severas para os pequenos produtores. Com a competitividade afetada por causa da elevação no custo de produção, atuar nesse mercado é um desafio maior.</p>
<p>&#8220;Estruturalmente, sempre o pequeno empresário é mais prejudicado, isso pela escala de produção, pelos produtos que não são cotados em bolsas internacionais, pela sua estrutura de custos que afeta sua produtividade e competitividade. Além do baixo poder de barganha na negociação com os prestadores de serviços de transportes. Nesse caso, o produtor rural pode perder em dois sentidos: na redução da receita e no aumento dos custos de produção&#8221;, enfatiza Luiz Mário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Fonte: A Tarde</b></p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Agência UDOP</div>
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		<title>Biodiesel sobe e pressiona o óleo diesel</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 14:39:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento da mistura de biodiesel no diesel, que sobe de 10% para 12% neste mês de setembro, o preço do óleo diesel sofre mais uma pressão. O impacto é mais um susto para o consumidor e ao revendedor que precisa dispor mais capital de giro para compra do produto junto às distribuidoras. Para</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>Com o aumento da mistura de biodiesel no diesel, que sobe de 10% para 12% neste mês de setembro, o preço do óleo diesel sofre mais uma pressão. O impacto é mais um susto para o consumidor e ao revendedor que precisa dispor mais capital de giro para compra do produto junto às distribuidoras.</p>
<p>Para setembro e outubro, o litro do biodiesel está sendo entregue no mercado a R$ 5,658, o litro. Em julho e agosto foi entregue a R$ 5,485, o litro. Ou seja, ocorreu aumento no litro e na mistura. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Os valores citados não consideram a margem das distribuidoras que adquirem o produto e são as responsáveis pela mistura. O óleo vegetal tem peso importante no preço do produto ao consumidor. Só depois da combinação é que o óleo diesel, já misturado, chega aos postos.</p>
<p>A esse valor, o litro de biodiesel nas usinas está custando quase três vezes mais do que o diesel de petróleo vendido pelas refinarias da Petrobras, onde o produto é comercializado a R$ 2,80. Numa comparação rápida, o óleo vegetal custa mais que o litro de diesel nas bombas, isso já contabilizando impostos e margens de lucro de postos e distribuidoras.</p>
<p>Para o setor de combustíveis, os novos preços podem representar um impacto de R$ 0,07, mas há distribuidoras repassando aumentos de R$ 0,15 aos postos, conforme relatos de revendedores mato-grossenses.</p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Primeira Hora</div>
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		<title>Petróleo fecha em estabilidade após dados das reservas nos EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 14:32:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As cotações do petróleo fecharam em estabilidade nesta quarta-feira (1), graças ao relatório de reservas dos Estados Unidos, depois de começar a sessão no vermelho, após afirmações da Rússia sobre um eventual aumento da produção. Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em novembro, em seu primeiro dia como referência</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As cotações do petróleo fecharam em estabilidade nesta quarta-feira (1), graças ao relatório de reservas dos Estados Unidos, depois de começar a sessão no vermelho, após afirmações da Rússia sobre um eventual aumento da produção.</p>
<p>Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em novembro, em seu primeiro dia como referência do mercado, fechou em queda marginal de 0,05%, a 71,59 dólares.</p>
<p>Enquanto isso, em Nova York, o barril de WTI para entrega em outubro subiu 0,13% a 68,59 dólares. Durante o dia, os dois contratos chegaram a cair 1,24% e 1,65%, respectivamente.</p>
<p>Os investidores se concentraram na reunião do mecanismo Opep+, que reúne a Opep e seus aliados.</p>
<p>Os países-membros da Opep+ validaram nesta quarta-feira a estratégia decida em meados de julho e vão aumentar modestamente sua produção no mês que vem.</p>
<p>Autor/Veículo: UOL</p>
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		<title>Preços do petróleo caem 1% com fechamento de refinarias dos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 13:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços do petróleo fecharam em queda de 1% nesta terça-feira, marcando a primeira baixa mensal desde março, com a expectativa da demanda cair após o Furacão Ida fechar refinarias no Golfo dos Estados Unidos. Os contratos futuros do Brent para outubro, com vencimento na terça-feira, fecharam em queda de 0,42 dólar, ou 0,6%, em 72,99 dólares</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>Os preços do <strong>petróleo</strong> fecharam em queda de 1% nesta terça-feira, marcando a primeira baixa mensal desde março, com a expectativa da demanda cair após o Furacão Ida fechar refinarias no Golfo dos Estados Unidos.</p>
<p>Os contratos futuros do Brent para outubro, com vencimento na terça-feira, fecharam em queda de 0,42 dólar, ou 0,6%, em 72,99 dólares o barril.</p>
<p>Os futuros do petróleo dos <strong>EUA</strong> (WTI) fecharam em queda de 0,71 dólar, ou 1%, em 68,50 dólares.</p>
<p>Ambas as marcas de referência tiveram as primeiras perdas mensais desde março, apesar de não estarem longe das máximas de julho. O Brent recuou 4% em agosto enquanto o petróleo dos EUA caiu 7%.</p>
<p>O furacão Ida, que atingiu a costa dos Estados Unidos no domingo como um furacão de categoria 4, eliminou pelo menos 94% da produção de petróleo e gás no mar do Golfo do México e causou danos “catastróficos” à rede de Louisiana.</p>
<p>Os preços foram pressionados por preocupações de que interrupções de energia e enchentes em Louisiana após o furacão Ida reduzirão a demanda de petróleo das refinarias.</p>
<p>Cerca de 1,7 milhões de barris por dia (bpd) de produção marítima de petróleo foram fechados, mas essa produção deve retomar mais rapidamente do que diversas operações de refinarias que perderam energia ao longo do Golfo.</p>
<p>Analistas da FGE disseram em nota nesta terça-feira que esperam que cerca de três quartos da produção marítima sejam retomados até o final da semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Reuters</strong></p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Money Times</div>
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		<title>Preço do diesel sobe 0,64% nos postos do Brasil em agosto e vai a R$ 4,83</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 12:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O preço médio do diesel em agosto nos postos do Brasil subiu 0,64% em agosto ante o mês anterior, para 4,834 reais por litro, com avanço em todas as regiões do país, segundo levantamento da Ticket Log nesta terça-feira. Já o diesel S-10 subiu 0,58% no período, a 4,888 reais por litro, também com alta em todas as regiões,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>O preço médio do <strong>diesel</strong> em agosto nos postos do <strong>Brasil</strong> subiu 0,64% em agosto ante o mês anterior, para 4,834 reais por litro, com avanço em todas as regiões do país, segundo levantamento da Ticket Log nesta terça-feira.</p>
<p>Já o diesel S-10 subiu 0,58% no período, a 4,888 reais por litro, também com alta em todas as regiões, segundo o índice de preços da companhia, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil.</p>
<p>“Como já era previsto, mais um período se encerra com alta para o diesel, e no caso do comum, quando comparamos a média do mês de agosto, com o menor valor registrado no ano, que foi em janeiro, com o litro a 3,93 reais, a diferença chega a 23%”, disse o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.</p>
<p>O índice de preços é levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log.</p>
<p>No Nordeste foram registradas as altas mais significativas, de 0,85% para o tipo comum, e 0,68% para o S-10.</p>
<p>A Região Norte lidera o ranking dos preços médios mais altos, com o diesel comum a 5,039 reais, e o diesel S-10, a 5,104 reais. No Sul, foram registrados os valores mais baixos por litro: o tipo comum foi comercializado a 4,467 reais, e o tipo S-10, a 4,498 reais.</p>
<p>Na véspera, a Valecard informou que preço médio da gasolina nos postos de combustíveis do Brasil atingiu em agosto um ano e três meses de altas consecutivas, ao avançar 2,02% em relação ao fechamento do mês anterior, a 6,157 reais por litro, segundo levantamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Reuters</strong></p>
<div class="w-clearfix"></div>
</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: Money Times</div>
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		<item>
		<title>Gasolina já subiu 28% na bomba neste ano. Vai chegar a R$ 7 o litro?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 16:39:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A alta nos preços do petróleo no mercado internacional levou a Petrobras a praticar o nono aumento do ano no valor do litro da gasolina vendida para as refinarias na última quarta-feira. Na bomba, o combustível já acumula alta de 28,21% no país, e especialistas avaliam que o preço deve continuar subindo nos próximos meses.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ckEditorBox">
<p>A alta nos preços do petróleo no mercado internacional levou a Petrobras a praticar o nono aumento do ano no valor do litro da gasolina vendida para as refinarias na última quarta-feira. Na bomba, o combustível já acumula alta de 28,21% no país, e especialistas avaliam que o preço deve continuar subindo nos próximos meses.</p>
<p>Em algumas cidades, como no Rio de Janeiro, pode superar o patamar de R$ 7 o litro nos postos, dizem. O aumento do petróleo ocorre em um momento de maior abertura da economia e elevação do consumo interno e externo, com o avanço da vacinação e a retomada de atividades presenciais em vários países.</p>
<p>Para Paulo Feldmann, professor de economia da FEA-USP, a oferta de petróleo é ainda menor do que a demanda, e o fato de países mais desenvolvidos estarem se recuperando economicamente está intrinsecamente ligado à alta dos preços.</p>
<p>— A reabertura e a retomada da economia, em países como Estados Unidos e China, estimulou a demanda internacional do petróleo, o que pressiona o preço no mercado internacional. Mas este crescimento pode não ser tão sustentável no longo prazo — explica.</p>
<p>Alta de 12% no consumo<br />
No Brasil, o consumo registra aumento, embora ainda em patamares mais baixos do que os registrados em 2019, ano anterior à pandemia. Em junho, as vendas totais de combustíveis por distribuidoras subiram 12,1%, na comparação com igual período do ano passado, atingindo cerca de 11,4 bilhões de litros.</p>
<p>No acumulado do ano, as vendas tiveram alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2020, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Diante deste cenário, a gasolina acumula alta de 51% nas refinarias. No último reajuste, o preço médio por litro do combustível vendido às distribuidoras passou de R$ 2,69 para R$ 2,78. O avanço foi de R$ 0,09 ou 3,34% por litro.</p>
<p>A contribuição do preço da Petrobras para o preço na bomba é de 33%, segundo a ANP. Por isso, os preços praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final.</p>
<p>Eles são acrescidos de impostos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de etanol anidro (15,7%), além de custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores.</p>
<p>Cenário do médio e longo prazos<br />
A média do preço da gasolina no país era de R$ 5,853 na semana de 1º a 7 de agosto, segundo o último levantamento da ANP. No Rio, a média era de R$ 6,407/litro, mas já é possível encontrar postos que cobram R$ 6,899.</p>
<p>André Braz, coordenador do IPC do FGV- IBRE, avalia que em algumas cidades, como na capital fluminense, o combustível pode superar a barreira dos R$ 7 até o fim do ano.</p>
<p>— A média de aumento dos combustíveis foi de 40,5%, em 12 meses, ou seja, cinco vezes a inflação acumulada neste período. Foi um aumento real brutal. E o cenário no mercado internacional ainda mantém a pressão sobre o preço do petróleo — observa Braz.</p>
<p>Feldmann, da FEA-USP, pondera que as previsões de crescimento e de retomada da economia em vários países do mundo no pós-pandemia estão sendo reduzidas, o que pode levar a uma redução ou a uma estabilização da demanda no médio prazo.</p>
<p>Ele acrescenta ainda a importância das políticas de &#8220;descarbonização&#8221;, ou seja, desestímulo ao uso de fontes de energia que usam carbono, e a priorização de fontes de energia mais limpas, como incentivo à utilização de carros elétricos, especialmente nos Estados Unidos e em países europeus.</p>
<p>Mas a tendência no curto prazo é de alta:</p>
<p>— O petróleo é um recurso finito, e o preço vai aumentar no médio e no curto prazos. Com a pandemia um pouco mais controlada e a retomada das atividades, o preço subiu e ainda vai subir um pouco mais. No longo prazo é que pode haver reversão desta tendência — avalia Rubens Moura, professor de Economia da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio.</p>
<p>Impacto do dólar<br />
No Brasil, a cotação do real em relação ao dólar afeta diretamente o valor do combustível. Com a valorização da moeda americana, os preços em real sobem.</p>
<p>— Até antes da pandemia, estávamos com o dólar abaixo dos R$ 4. De repente, a moeda superou R$ 5. E o que custa US$ 70 chega ao Brasil cinco vezes mais caro — afirma Feldman.</p>
<p>A disparada dos preços tem impactado muito os consumidores. Thales Almendro, de 31 anos, gasta mais de 50% de seu salário com combustível. Morador da Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, ele visita três vezes por semana seu filho de 1 ano, que mora em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O percurso é de cerca de 90km.</p>
<p>— A locomoção é algo que não consigo economizar. E já tenho usado mais a bicicleta para distâncias menores — explica.</p>
<p>Paulo Miranda Soares, presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), aposta em novas altas por causa da desvalorização do real e da política de preços adotada pela Petrobras.</p>
<p>— A gasolina nas refinarias já subiu mais de 50% só neste ano, e os postos não conseguiram repassar, para não perder clientes. Além disso, quando se pensa na paridade internacional de preços, a Petrobras está com defasagem. O consumidor brasileiro acaba, então, tendo que pagar essa conta — avalia Soares.</p>
<p>A Petrobras diz que a empresa busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, mas segue o equilíbrio com o mercado internacional e acompanha as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.</p>
<p>&#8220;O alinhamento dos preços ao mercado internacional é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras&#8221;, disse a estatal em nota.</p>
<p>Segundo a empresa, assim, &#8220;há estímulo para investimentos em refino e logística, o que contribui para o aumento da oferta local, com benefícios diretos para o consumidor&#8221;.</p>
<p>Peso do etanol<br />
O presidente da Fecombustíveis explica que ainda há outro fator que tem provocado a alta da gasolina: a variação de preço do etanol anidro, que representa 27% da fórmula do combustível.</p>
<p>Apesar de a maior parte do anidro usado no Brasil ser nacional, o recente fim da desoneração para importação do produto pode estar ajudando a pressionar os valores finais.</p>
<p>— Também é importante destacar que o etanol anidro já subiu 75% neste ano. Com o baixo período de chuvas, a produção da cana-de-açúcar teve queda — acrescenta Soares.</p>
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</div>
<div class="autor-noticia">Autor/Veículo: O Globo</div>
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