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	<title>Destaque Principal|Jurídico &#8211; SINDÓPOLIS</title>
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	<description>Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis</description>
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		<title>Reforma trabalhista: como ficou a lei com a nova MP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques|funcionários|legislação|Reforma trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma trabalhista entrou em vigor no dia 11 de novembro, mas o governo já editou uma Medida Provisória (MP) que altera parte do texto aprovado. Temas importantes e polêmicos, como a contribuição previdenciária (INSS) de funcionários com contrato intermitente de trabalho, quarentena intermitente, fim do contrato intermitente, regras para grávidas, indenização, jornada de 12</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2017/11/carteira-de-trabalho.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6508" title="carteira de trabalho" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2017/11/carteira-de-trabalho.jpg" alt="" width="340" height="230" /></a>A reforma trabalhista entrou em vigor no dia 11 de novembro, mas o governo já editou uma Medida Provisória (MP) que altera parte do texto aprovado. Temas importantes e polêmicos, como a contribuição previdenciária (INSS) de funcionários com contrato intermitente de trabalho, quarentena intermitente, fim do contrato intermitente, regras para grávidas, indenização, jornada de 12 por 36 horas e questões relacionadas ao trabalho como autônomo mudam com a nova MP.</p>
<p><strong>Como fica a contribuição ao INSS depois da nova MP?</strong><br />
O texto da nova legislação trabalhista não fornecia detalhes sobre a contribuição ao INSS nos casos de trabalho intermitente. Mas com a nova MP, quando a renda mensal não atingir o salário mínimo, o trabalhador terá de pagar a diferença ao INSS. Se a soma das remunerações do mês for menor que o mínimo (R$ 937), o empregado terá que fazer um recolhimento extra, de 8% sobre essa diferença. Se o total recebido foi R$ 800, por exemplo, o trabalhador terá que recolher ao INSS 8% sobre os R$ 137 restantes. Se não contribuir, o mês trabalhado não contará para cálculo da aposentadoria nem para a carência de acesso aos benefícios. Para receber o auxílio doença, são necessárias pelo menos 12 contribuições.</p>
<p><strong>Como fazer essa contribuição complementar?</strong><br />
Não está claro. Hoje, o sistema da Receita Federal não permite a emissão de uma guia adequada para esse recolhimento, e o governo não informou que ajustes serão feitos.</p>
<p><strong>O que é o período de quarentena?</strong><br />
A Medida Provisória cria uma quarentena de 18 meses para contratar ex-empregado como intermitente, mas a cláusula só vale até dezembro de 2020. Antes, não era prevista a quarentena para recontratar ex-empregado como intermitente.</p>
<p><strong>O trabalhador intermitente pode parcelar as férias?</strong><br />
Pela MP, sim. Essa possibilidade não estava prevista no texto original da reforma trabalhista. A nova redação permite o parcelamento das férias em três períodos, desde que haja acordo entre as partes.</p>
<p><strong>O trabalhador intermitente tem acesso ao seguro-desemprego?</strong><br />
Se for demitido sem justa causa, sim, como os outros trabalhadores. Mas a MP prevê que, se o empregado não for convocado durante um ano, o contrato é extinto. Nesse caso, o trabalhador não terá direito ao seguro-desemprego. Além disso, só terá acesso à metade do aviso prévio e receberá indenização de 20% sobre o saldo do FGTS, em vez dos 40% em caso de demissão. Em caso de extinção de contrato, o empregado também poderá movimentar até 80% do dinheiro depositado no Fundo.</p>
<p><strong>As grávidas continuam autorizadas a continuar trabalhando em atividades insalubres de grau mínimo e médio, exceto com atestado médico?</strong><br />
Não, a regra mudou. Agora, as grávidas ficarão livres do trabalho insalubre, mas poderão trabalhar se apresentarem autorização médica.</p>
<p><strong>O</strong> <strong>valor máximo de indenização em casos de ação trabalhista mudou?</strong><br />
Sim. Na legislação aprovada, o valor máximo poderia ser de até 50 vezes o último salário do empregado. Mas com a MP, o limite passou para 50 vezes o teto dos benefícios da Previdência.</p>
<p><strong>O acordo para a jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso ainda é permitido?</strong><br />
Sim. Mas antes o acordo individual era suficiente para autorizar a jornada de 12 por 36 horas. Com as novas regras da MP, será necessário fazer um acordo coletivo para cumprir a nova jornada. A exceção são os trabalhadores da saúde que podem aderir em acordo individual.</p>
<p><strong>Os trabalhadores autônomos poderão atuar com cláusula de exclusividade?</strong><br />
Não. Embora a nova legislação trabalhista permitisse a possibilidade de contratar um profissional autônomo com cláusula de exclusividade, a MP colocou um fim na cláusula de exclusividade.</p>
<p><strong>Sem a cláusula de exclusividade, um profissional autônomo que trabalha para apenas uma empresa teria vínculo empregatício?</strong><br />
Não. A nova MP diz que trabalhar para apenas uma empresa não gera vínculo empregatício.</p>
<pre>Fontes: Estadão e Época</pre>
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		<title>ANP regula medida reparadora de conduta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[ANP|Fiscalização|Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ANP publicou no Diário Oficial da União do dia 6 de julho, a Resolução nº 688/2017, que estabelece casos em que os agentes econômicos poderão adotar medidas reparadoras de forma a ajustar sua conduta à legislação e evitar a aplicação das penalidades previstas na Lei nº 9.847/1999 e no Decreto nº 2.953/1999. A resolução</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fiscalização-ANP__.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-6329" title="Fiscalização ANP__" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fiscalização-ANP__-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a>A ANP publicou no Diário Oficial da União do dia 6 de julho, a <a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Resolução-nº-688-de-5JUN2017-DOU6JUN2017.pdf">Resolução nº 688/2017, </a>que estabelece casos em que os agentes econômicos poderão adotar medidas reparadoras de forma a ajustar sua conduta à legislação e evitar a aplicação das penalidades previstas na Lei nº 9.847/1999 e no Decreto nº 2.953/1999.<br />
A resolução amplia o escopo do instituto da medida reparadora de conduta (MRC), considerando a importância do trabalho de educação e orientação e a necessidade de estabelecer gradação de penalidade nos procedimentos de fiscalização. Desse modo, previamente à aplicação das penalidades previstas na legislação, será possibilitada ao posto revendedor a reparação de conduta irregular de pequena gravidade.<br />
A norma também permitirá o direcionamento do esforço de fiscalização do abastecimento pela ANP para infrações de maior gravidade, implicando em melhores resultados para o mercado e para o consumidor.<br />
Segundo a resolução, o prazo para a adoção da medida reparadora de conduta é de cinco dias úteis. Além disso, não será aplicada nova MRC ao mesmo estabelecimento, relacionada à mesma irregularidade, pelo período mínimo de dois anos.</p>
<p><strong>O revendedor varejista de combustíveis automotivos poderá adotar MRC quando ficar caracterizado o não atendimento aos seguintes dispositivos:</strong></p>
<p>Manutenção dos Registros de Análise da Qualidade<br />
I &#8211; §4º do art. 3º da Resolução ANP nº 9, de 7 de março de 2007;<br />
Manutenção do Boletim de Conformidade</p>
<p>II &#8211; art. 4º da Resolução ANP nº 9, de 2007, e inc. IV do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 05 de novembro de 2013;<br />
Certificados de verificação/ calibração para densímetros, termômetros e proveta graduada de 100ml, todos de vidro</p>
<p>III &#8211; item 4.1 do Regulamento Técnico ANP nº 1/2007, anexo à Resolução ANP nº 9, de 2007, somente quanto aos equipamentos possuírem certificados de verificação ou de calibração;<br />
Indicação das instruções de funcionamento do termodensímetro</p>
<p>IV &#8211; item 4.2 do Regulamento Técnico ANP nº 1/2007, anexo à Resolução ANP nº 9, de 2007, somente quanto à indicação, no corpo do termodensímetro, das instruções de funcionamento;<br />
Afixação do aviso sobre o GNV de Urucu</p>
<p>V &#8211; observação nº &#8220;(3)&#8221; do &#8220;Quadro I: Tabela de especificação do Gás Natural&#8221; do Regulamento Técnico ANP nº 2/2008, integrante da Resolução ANP nº 16, de 17 de junho de 2008;<br />
Afixação de adesivo sobre o óleo diesel</p>
<p>VI &#8211; art. 1º da Resolução ANP nº 63, de 7 de dezembro de 2011;<br />
Identificação do fornecedor do combustível automotivo, na alteração referente à opção de exibição da marca comercial de um distribuidor de combustíveis</p>
<p>VII &#8211; alínea &#8220;a&#8221; do inc. I do art. 11 da Resolução ANP nº 41, de 2013, somente quanto à identificação, na bomba medidora, da origem do combustível, informando o nome fantasia, se houver, a razão social e o CNPJ do distribuidor fornecedor do respectivo combustível automotivo;<br />
Efetuação de alterações cadastrais, exceto alteração referente à opção de exibir ou de não exibir a marca comercial de um distribuidor de combustíveis</p>
<p>VIII &#8211; inc. II do art. 11 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Identificação do fornecedor do GNV</p>
<p>IX &#8211; parágrafo único do art. 15 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Quando houver diferença de preço e/ou prazo de pagamento para o mesmo produto, identificação da condição de pagamento e registro do valor total a ser pago pelo consumidor na condição escolhida, na bomba e/ou no bico fornecedor</p>
<p>X &#8211; art. 19 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Exibição de preços por litro com três casas decimais, quando o preço for expresso com duas casas decimais e a terceira casa decimal do preço praticado for igual a zero XI &#8211; caput do art. 20 da Resolução ANP nº 41, de 2013, somente quando o preço for expresso com duas casas decimais e a terceira casa decimal do preço praticado for igual a zero;<br />
Fornecimento, ao consumidor, de volume de combustível automotivo maior que o indicado na bomba medidora</p>
<p>XII &#8211; inc. VI do art. 21 da Resolução ANP nº 41, de 2013, somente quando o volume fornecido for maior que o indicado na bomba medidora;<br />
Notificação ao distribuidor de combustíveis proprietário de bomba medidora e tanques de armazenamento, quando houver necessidade de manutenção destes</p>
<p>XIII &#8211; inc. VIII do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Identificações abreviadas do(s) combustível(is) comercializado(s) no(s) painel(is) de preços e nas demais manifestações visuais</p>
<p>XIV &#8211; inc. IX do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013, somente com relação a identificações abreviadas do(s) combustível(is) comercializado(s) no(s) painel(is) de preços e nas demais manifestações visuais;<br />
Exibição de quadro de aviso</p>
<p>XV &#8211; inc. X do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013; Manutenção de planta simplificada</p>
<p>XVI &#8211; inc. XVIII do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Manutenção da FISPQ de todos os combustíveis comercializados</p>
<p>XVII &#8211; inc. XXI do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Fixação de adesivo com CNPJ e endereço do posto revendedor e demais dados</p>
<p>XVIII &#8211; inc. XXII do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Identificação do fornecedor do combustível automotivo</p>
<p>XIX &#8211; inc. III do §3º do art. 25 da Resolução ANP nº 41, de 2013;<br />
Comunicação à ANP, por meio de correio eletrônico, da recusa de entrega da amostra-testemunha por parte do distribuidor ou a não disponibilização do envelope de segurança e do frasco para coleta</p>
<p>Art. 22. A adoção de MRC poderá abranger 1 (um) ou mais dispositivos mencionados nos artigos 4º a 21.</p>
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		<title>ANP divulga dados de fiscalização no primeiro semestre de 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[ANP|Fiscalização|Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2015, a ANP realizou 37 forças-tarefa – ações de fiscalização em conjunto com outros órgãos das esferas federal, estadual e municipal. As operações abrangeram cerca de 100 municípios em 14 estados, fiscalizando aproximadamente mil agentes regulados, incluindo revendas varejistas de combustíveis e de GLP, distribuidores, TRR e pontos de abastecimento. As</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Fiscalizacao-.jpg"><img decoding="async" class="alignleft  wp-image-4821" title="Fiscalizacao-" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Fiscalizacao-.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a>No primeiro semestre de 2015, a ANP realizou 37 forças-tarefa – ações de fiscalização em conjunto com outros órgãos das esferas federal, estadual e municipal. As operações abrangeram cerca de 100 municípios em 14 estados, fiscalizando aproximadamente mil agentes regulados, incluindo revendas varejistas de combustíveis e de GLP, distribuidores, TRR e pontos de abastecimento.</p>
<p>As forças-tarefa geraram 84 interdições e 357 autuações. Na área de competência da ANP, as principais irregularidades encontradas foram: bomba-baixa (vício de quantidade), produto fora das especificações, ausência de documentos de outorga, não atendimento a normas de segurança e ausência de equipamentos para testes de qualidade e de quantidade.</p>
<p>O boletim informa ainda que foram realizadas 7.495 ações de fiscalização pela Agência ao longo dos seis primeiros meses do ano e gerados 1.804 autos de infração, 389 interdições e 113 apreensões de produtos. Foram julgados 2.330 processos administrativos, dos quais cerca de 82% decorrentes de autos de infração lavrados em 2014.</p>
<p>Para mais informações sobre a fiscalização do abastecimento no primeiro semestre de 2015, <a href=" http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Abastecimento-em-noticias.pdf">acesse o Boletim Fiscalização do Abastecimento em Notícias.</a></p>
<pre> Fonte: ANP</pre>
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		<item>
		<title>Adesivo de identificação do posto será obrigatório a partir de 21 de abril</title>
		<link>https://sindopolis.com.br/anp-define-novo-modelo-de-adesivo-para-bombas-abastecedoras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[ANP|destaque principal|Jurídico|legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 21 de abril de 2015, os postos revendedores ficarão obrigados a exibir o adesivo contendo o CNPJ e o endereço completo do estabelecimento, conforme determina a Resolução nº 57 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP) As especificações definidas pela Agência são as seguintes: - Tamanho mínimo de 15 x 18,5</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ADESIVO-RESOLUÇÃO-ANP-57_-2014_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-4141" title="ADESIVO RESOLUÇÃO ANP 57_ 2014_" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ADESIVO-RESOLUÇÃO-ANP-57_-2014_1-247x300.jpg" alt="" width="247" height="300" /></a>A partir de 21 de abril de 2015, os postos revendedores ficarão obrigados a exibir o adesivo contendo o CNPJ e o endereço completo do estabelecimento, conforme determina a Resolução nº 57 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP)</p>
<p>As especificações definidas pela Agência são as seguintes:</p>
<p>&#8211; Tamanho mínimo de 15 x 18,5 centímetros;</p>
<p>&#8211; Campo CNPJ preenchido com fonte Arial Narrow Bold, tamanho 50pt, cor preta;</p>
<p>&#8211; Campo endereço preenchido com fonte Arial Narrow Bold, tamanho 25pt, cor preta.</p>
<p>O adesivo deverá ser fixado:</p>
<p>a) na face frontal das bombas abastecedoras de combustível, preferencialmente entre os bicos abastecedores, a uma altura mínima de 90 centímetros e máxima de 1,80m (um metro e oitenta centímetros) do piso ao alinhamento superior do adesivo; ou</p>
<p>b) em caso de não haver espaço para o atendimento à alínea “a”, em pelo menos uma das faces do pilar de sustentação da cobertura, a uma altura mínima de 1,00m (um metro) e máxima de 1,80m (um metro e oitenta centímetros) do piso ao alinhamento superior do adesivo; ou</p>
<p>c) em caso de não haver espaço para o atendimento às alíneas “a” e “b”, em totem, afixado ao solo, localizado na entrada do posto revendedor, a uma altura mínima de 1,50 (um metro e cinquenta centímetros) do piso ao alinhamento superior do adesivo.”</p>
<p>É importante lembrar que a ANP define regras bem claras a respeito das placas e adesivos que devem ser afixados nos postos de combustíveis de todo o país. O tamanho, a cor, a visibilidade, entre outras exigências são observados durante o ato fiscalizatório, e o estabelecimento que não atende a estes requisitos está sujeito a multas aplicadas pela ANP.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Informações sobre a NR-20</title>
		<link>https://sindopolis.com.br/informacoes-sobre-a-nr-20-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2015 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque principal|Jurídico|NR 20|Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo o que você queria saber sobre a Norma Regulamentadora N° 20 do Ministério do Trabalho e Emprego, você encontra aqui.    </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fecombustiveis.org.br/guia-de-referencia-para-implementacao-da-nr-20.html"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3279" title="NR20-" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2013/11/NR20-.jpg" alt="" width="540" height="250" /></a></p>
<p>Tudo o que você queria saber sobre a Norma Regulamentadora N° 20 do Ministério do Trabalho e Emprego, você <a href="http://www.fecombustiveis.org.br/guia-de-referencia-para-implementacao-da-nr-20.html">encontra aqui. </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Resolução da ANP altera modelo do quadro de avisos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[ANP|legislação|Quadro de Avisos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Resolução ANP 41/2013 alterou o modelo do Quadro de Avisos do posto revendedor, que além de novas dimensões e características, deve estar posicionado "na área onde estão localizadas as bombas medidoras, de modo visível e destacado", ou seja, na área de abastecimento. Conforme Inc. II do Art. 28 foi concedido prazo de 180 dias</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2014/01/Quadro-JPG__.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-3469" title="Quadro JPG__" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2014/01/Quadro-JPG__-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a>A Resolução ANP 41/2013 alterou o modelo do Quadro de Avisos do posto revendedor, que além de novas dimensões e características, deve estar posicionado &#8220;na área onde estão localizadas as bombas medidoras, de modo visível e destacado&#8221;, ou seja, na área de abastecimento.</p>
<p>Conforme Inc. II do Art. 28 foi concedido prazo de 180 dias para que a revenda cumpra a determinação relativa à mudança.  <strong>O prazo é até o dia 5 de maio de 2014.</strong></p>
<p>As dimensões e características do quadro de avisos de que trata esta Resolução deve copiar o modelo disponibilizado no sítio eletrônico da ANP e ter as seguintes características:</p>
<p>I – confecção em material rígido, plástico ou metálico;</p>
<p>II – dimensões mínimas de 0,50m de largura por 0,70m de comprimento;</p>
<p>III – campo “Número da autorização para o exercício da atividade outorgada pela ANP” – tipo da fonte Arial Narrow Bold, tamanho 180pt;</p>
<p>IV – campos “Razão Social”, “Nome Fantasia” e “CNPJ” – tipo da fonte Arial Narrow Bold, tamanho 70pt; e</p>
<p>V – campo “Horário e os dias semanais de funcionamento do posto revendedor” e “Endereço” – tipo da fonte Arial Narrow Bold, tamanho 50pt.</p>
<p><strong>Acesse o modelo do quadro de avisos <a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2014/01/MODELO-QUADRO-DE-AVISOS-RES-ANP-41-2013.pdf">aqui </a>ou através do site da <a href="http://www.anp.gov.br/?pg=69058&amp;m=&amp;t1=&amp;t2=&amp;t3=&amp;t4=&amp;ar=&amp;ps=&amp;cachebust=1390851078485">ANP</a></strong></p>
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<tbody>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Manifestação do Destinatário da NF-e já está em vigor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Eletrônica|postos de combustíveis|Secretaria da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obrigatória para os distribuidores de combustíveis desde 1º de março deste ano, a manifestação do destinatário passou a ser exigida também para os postos de combustíveis, transportadores e para os revendedores retalhistas (TRR) a partir de 1º de julho de 2013. O início da obrigatoriedade para outros setores ainda não foi definido. A penalidade para</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Nota-fiscal-eletronica.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-3080" title="Nota fiscal eletronica" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Nota-fiscal-eletronica.jpg" alt="" width="585" height="277" /></a>Obrigatória para os distribuidores de combustíveis desde 1º de março deste ano, a manifestação do destinatário passou a ser exigida também para os postos de combustíveis, transportadores e para os revendedores retalhistas (TRR) a partir de 1º de julho de 2013. O início da obrigatoriedade para outros setores ainda não foi definido. A penalidade para as empresas que não cumprirem a legislação é de multa de 5% do valor da operação ou prestação, nunca inferior a 50 ou superior a 5.000 VRTEs (Valores de Referência do Tesouro Estadual) por documento.</p>
<p>A Manifestação do Destinatário é uma forma de reforçar o combate à fraude, mas que também proporciona mais segurança nas operações fiscais das empresas, que verificam se o CNPJ não está sendo utilizado indevidamente. O documento permite que o destinatário da NF-e (nota fiscal eletrônica) confirme ou não a participação da operação fiscal que envolve seu CNPJ e é emitido pelo fornecedor.</p>
<p>Para confirmar a participação ou não na operação, a empresa que comprou a mercadoria precisa indicar se recebeu o produto ou não, através das seguintes opções:</p>
<p>&#8211; <strong>Ciência da Emissão</strong>: recebimento pelo destinatário de informações relativas à existência de NF-e em que esteja envolvido, quando ainda não existam elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva;</p>
<p>&#8211; <strong>Confirmação da operação</strong>: Manifestação do destinatário confirmando que a operação descrita na NF-e ocorreu;</p>
<p>&#8211; <strong>Operação não realizada</strong>: Manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada, mas não foi efetivada;</p>
<p>&#8211; <strong>Desconhecimento da operação</strong>: Manifestação do destinatário declarando que a operação descrita da NF-e não foi por ele solicitada.</p>
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		<title>Procon Municipal interdita posto de combustível na SC-401</title>
		<link>https://sindopolis.com.br/procon-municipal-interdita-posto-de-combustivel-na-sc-401/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2013 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização|multas|procon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os postos de gasolina de Florianópolis deverão ter os alvarás fiscalizados até o fim de maio, de acordo com posicionamento do diretor do Procon, Michael da Silva. O posto Mega Verão, localizado na SC-401, foi o primeiro a ser fechado na manhã de quinta-feira(24) por não apresentar o documento de permissão dos Bombeiros e</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Interditado-Posto-Mega-Verão.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-2596" title="Interditado Posto Mega Verão" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Interditado-Posto-Mega-Verão.jpg" alt="" width="800" height="477" /></a>Todos os postos de gasolina de Florianópolis deverão ter os alvarás fiscalizados até o fim de maio, de acordo com posicionamento do diretor do Procon, Michael da Silva. O posto Mega Verão, localizado na SC-401, foi o primeiro a ser fechado na manhã de quinta-feira(24) por não apresentar o documento de permissão dos Bombeiros e da Polícia Civil. A administração do estabelecimento recebeu uma multa de R$200 mil.</p>
<p>De acordo com o diretor do Procon, foi entregue uma medida cautelar para fechar as atividades do posto de gasolina. Caso a medida seja desrespeitada, os donos deverão pagar uma multa diária e excedente de R$5 mil.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, o estabelecimento possui histórico de irregularidades. No fim de 2011, o posto foi fechado, mas regularizou a situação e reabriu. No final do ano passado, venceu o alvará do Corpo de Bombeiro e não há em tramitação o pedido de revalidação do documento.</p>
<p>Se outros postos de gasolina não apresentarem os alvarás obrigatórios nos próximos dias de fiscalização — bombeiros, Polícia Civil, prefeitura e vigilância sanitária — o Procon deverá atuar com o fechamento automático do estabelecimento.</p>
<p>— Queremos prezar pela saúde e segurança do consumidor — disse Michael da Silva, diretor do Procon de Florianópolis.</p>
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		<title>Fecombustíveis lança Relatório de Revenda de Combustíveis</title>
		<link>https://sindopolis.com.br/fecombustiveis-lanca-relatorio-de-revenda-de-combustiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Principal|Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis|destaque principal|Relatório|revenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O faturamento dos postos de combustíveis no Brasil aumentou 11,5% em 2011 em relação a 2010, mostrou o Relatório Anual de Revenda de Combustíveis 2012, divulgado pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis de Lubrificantes (Fecombustíveis). No ano passado, as vendas de combustíveis no País somaram R$ 223,1 bilhões, ante R$ 200,1 bilhões em 2010.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Relatório-Anual-Revenda-Combustiveis-2012.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1071 alignnone" title="Relatório Anual Revenda Combustiveis 2012" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Relatório-Anual-Revenda-Combustiveis-2012-300x165.png" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
<p>O faturamento dos postos de combustíveis no Brasil aumentou 11,5% em 2011 em relação a 2010, mostrou o<a href="http://relatorio2012.fecombustiveis.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Relatório Anual de Revenda de Combustíveis 2012</a>, divulgado pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis de Lubrificantes (Fecombustíveis).</p>
<p>No ano passado, as vendas de combustíveis no País somaram R$ 223,1 bilhões, ante R$ 200,1 bilhões em 2010. De acordo com relatório, houve crescimento de 4% na venda de combustíveis líquidos na comparação com o ano anterior. Também cresceu a arrecadação tributária, em 11,8%, passando para R$ 67,3 bilhões. Em 2010, havia sido de 60,2 bilhões.</p>
<p>O relatório da Fecombustíveis indicou que a crise que atingiu a produção de etanol no ano passado &#8211; e que perdura neste ano, de acordo com a análise da instituição &#8211; teve reflexo significativo na composição das vendas realizadas pelos postos durante o período.</p>
<p>A fatia do biocombustível no total de vendas caiu de 21% em 2010 para 14% no ano seguinte. No mesmo intervalo, a venda de gasolina aumentou seis pontos percentuais, passando de 41% em 2010 para 47% em 2011. A comercialização do diesel nos postos manteve-se praticamente estável: 38% em 2010 e 39% no ano passado.</p>
<p><strong>Etanol em baixa</strong></p>
<p>A derrocada do biocombustível também pode ser atestada quando se comparam as vendas nos postos em termos de volume. Em 2010, foram vendidos 15,07 milhões de litros de etanol, contra 10,90 milhões de litros em 2011, o que representa uma variação negativa de 27,7%.</p>
<p>Na mesma forma de comparação, as vendas de gasolina nos postos no ano passado somaram 35,49 milhões de litros, uma expansão de 18,9% em relação a 2010, quando foram comercializados 29,84 milhões de litros.</p>
<p>O crescimento do diesel foi de 5,4%: 29,22 milhões de litros em 2011; 27,72 milhões de litros em 2010.</p>
<p>O presidente da Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares, previu que em 2012 o setor continuará com as vendas aquecidas, especialmente a gasolina e o diesel, que, novamente deverão apresentar um crescimento superior ao Produto Interno Bruto (PIB). Quanto ao etanol, disse, o mercado não antevê melhoras.</p>
<p>&#8220;O problema é o preço. Quando o preço do álcool supera 70% do preço da gasolina, o consumidor migra. Não houve investimento na área plantada. Os produtores já falam que a situação este ano não será diferente da do ano passado. O etanol deverá continuar sem competitividade. É uma crise séria que não se resolverá em dois ou três anos&#8221;, afirmou Soares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agencia Estado</p>
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