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	<title>Artigos &#8211; SINDÓPOLIS</title>
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	<description>Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis</description>
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		<title>Não conformidade não é igual a adulteração</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós, revendedores, sabemos que são muitos os problemas que impactam negativamente nossos negócios. Mas um assunto, em particular, tem me tirado o sono há algum tempo: as autuações pordesconformidades que não podem ser detectadas nos postos. Não há semana que se passe sem que eu tenha conhecimento de algum revendedor honesto que foi multado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Paulo-Miranda.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1270 alignleft" title="Paulo Miranda" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Paulo-Miranda.jpg" alt="" width="240" height="161" /></a>Todos nós, revendedores, sabemos que são muitos os problemas que impactam negativamente nossos negócios. Mas um assunto, em particular, tem me tirado o sono há algum tempo: as autuações pordesconformidades que não podem ser detectadas nos postos.</p>
<p>Não há semana que se passe sem que eu tenha conhecimento de algum revendedor honesto que foi multado devido a percentual de biodiesel no diesel diferente dos 5% estabelecidos na legislação, ou por divergências quanto ao pH ou no ponto de fulgor, ou até mesmo por presença de “ciscos” no combustível que não podem ser percebidos a olho nu.</p>
<p>Quem conhece o dia a dia dos postos sabe que é impossível mandar a carreta da distribuidora esperar 12h ou 24h até que o resultado de uma análise laboratorial esteja disponível. A própria distribuidora começará a colocar entraves a esse procedimento (atrasando ou espaçando as entregas), até porque elas mesmas encontram-se com suas logísticas no limite, em meio a uma demanda crescente e à diversificação dos produtos comercializados.</p>
<p>A outra saída para o revendedor é guardar a amostra-testemunha. Procedimento essencial, mas que nem sempre resolve os problemas. Primeiramente, porque há uma dificuldade enorme para quem tem caminhão-próprio conseguir coletar a amostra.</p>
<p>Além disso, mesmo sendo um procedimento previsto e regulamentado pela ANP, nem sempre é aceito pelos órgãos conveniados, incluindo a Secretaria de Fazenda de São Paulo. Justamente lá, onde adulteração implica perda da inscrição estadual. Resta ao revendedor entrar com ação de regresso, o que pode levar anos para sair uma decisão definitiva. Até lá, o posto foi fechado e, para o consumidor, fica a imagem de que aquele estabelecimento estava adulterando.</p>
<p>Durante muitos anos, nós, líderes sindicais, batemos à porta de diversos órgãos em todo o país, pedindo penas mais severas e fiscalizações mais frequentes, de forma a coibir as chamadas máfias dos combustíveis. Felizmente, o mercado depurou-se e apresenta índices de qualidade comparáveis aos de países desenvolvidos.</p>
<p>Isso quer dizer que podemos baixar a guarda, relaxar na fiscalização e afrouxar as penas para quem adultera? Em hipótese alguma. O que precisamos é adequar nossa regulação à nova realidade do mercado.</p>
<p>Chegou a hora de se debruçar com seriedade para discutir o que diferencia uma adulteração de uma não conformidade. O revendedor que vende gasolina com 23% de etanol precisa sofrer uma penalidade, porque está descumprindo a norma estabelecida. Mas não pode ser tratado do mesmo modo de outro que comercializou gasolina com 50% de etanol.</p>
<p>A situação tende a se agravar no próximo ano, quando chega ao mercado o S10. Testes preliminares mostram uma elevada suscetibilidade à contaminação do produto ao longo da cadeia, tornando praticamente impossível chegar ao posto com as 10 partes por milhão de enxofre que saíram da refinaria. A própria Petrobras tem chamado a atenção para esse problema. É verdade que a Europa comercializa S10, mas lá há países com dimensões territoriais ínfimas em relação às do Brasil. Nos Estados Unidos, onde o abastecimento tem desafios logísticos semelhantes ao nosso, optou-se pelo S15. E olha que lá eles contam com uma invejável rede de dutos para transportar combustíveis.</p>
<p>A Fecombustíveis e seus Sindicatos Filiados têm trabalhado fortemente para chamar a atenção das autoridades para esses problemas. Afinal, se nada for feito, poucos serão os postos que sobreviverão no mercado. E, com isso, não perderão apenas os empresários que fecharão suas portas. Perde também a sociedade, que terá menos opções de abastecimento, sentirá uma diminuição da concorrência e uma menor geração de empregos. Uma situação que não interessa a ninguém.</p>
<p><strong>Paulo Miranda</strong> é presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes – Fecombustíveis.</p>
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		<title>A importância da amostra-testemunha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardar a amostra-testemunha. Um ato simples, mas que pode fazer toda a diferença. Por que a maioria da revenda deixou de realizar este procedimento, criado única e exclusivamente para proteger o posto revendedor? Agora, volta à discussão o retorno da coleta e guarda da amostra, bem como de se fazer o teste de qualidade, e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Roberto-Fregonese-e1338495948870.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-870 alignleft" title="Roberto Fregonese" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Roberto-Fregonese-e1338495948870.jpg" alt="" width="234" height="207" /></a>Guardar a <strong>amostra-testemunha</strong>. Um ato simples, mas que pode fazer toda a diferença. Por que a maioria da revenda deixou de realizar este procedimento, criado única e exclusivamente para proteger o posto revendedor? Agora, volta à discussão o retorno da coleta e guarda da amostra, bem como de se fazer o teste de qualidade, e isso porque as sanções e multas por desconformidade podem levar à cassação da inscrição estadual em diversos estados.</p>
<p>Temos assistido a um sem fim de autuações por falta de qualidade nos produtos que nos são entregues pelas companhias distribuidoras. E isso inclui uma série de não conformidades, que vão desde o excesso de etanol anidro na gasolina, até falta ou excesso de biodiesel no diesel, ou ainda problemas de condutividade na gasolina. Sem falar em misturas de metanol no etanol ou excesso de água. Tudo isso acontece nos produtos que nos entregam para revendermos, seja por erro operacional ou mesmo por má-fé.</p>
<p>E como nos defendermos de possíveis sanções da ANP e de processos criminais que podem ser instaurados pelos órgãos de defesa do consumidor? Em muitos casos, essas sanções podem levar à cassação da inscrição estadual, como prevê, no Paraná, a Lei 14.701, de 25 de maio de 2005. No mesmo estado, há ainda leis municipais em Londrina e Curitiba, que cassam o alvará de funcionamento dos postos que forem flagrados ou obtiverem auto de infração por desconformidade nos combustíveis.</p>
<p>É importante lembrar que há diversos tipos de desconformidade que não podem ser detectadas pelo revendedor no momento do recebimento do produto no posto. Como saber se a quantidade de biodiesel está correta? Como saber se a condutividade está conforme? Como realizar algum outro teste, que dependa de uma cromatografia feita pelas universidades que têm convênio com a ANP? Como saber se o etanol está dentro do padrão, sem metanol ou outro aditivo qualquer? Por isso, recomendamos a todos os revendedores que, independentemente de ser exigido pela legislação, façam todos os testes de qualidade possíveis e guardem a amostra-testemunha, pois é a última oportunidade de provar que recebeu o produto daquela forma e que quem deve ser responsabilizada é a companhia distribuidora, que lhe entregou aquela mercadoria.</p>
<p>Chamo a atenção, principalmente, dos revendedores que vendem óleo diesel e que, quando recebem este produto, não têm como saber a quantidade de biodiesel que está inserido, ainda mais agora com a entrada do S50, um produto muito mais delicado do que aquele com o qual vínhamos trabalhando. A possibilidade de oxidação no S50 pela falta de cuidado na armazenagem ou mesmo no transporte é muito maior, portanto, não deixem de pedir à sua companhia distribuidora o saco plástico e os lacres, que são gratuitos e devem ser fornecidos sempre que solicitados pelo revendedor. Façam o pequeno trabalho de preencher um boletim de conformidade e colocar no saco plástico uma embalagem de um litro de combustível. Esta poderá ser a sua última tábua de salvação numa eventualidade de desconformidade. Não coloque em risco o seu negócio e, principalmente, não assuma o fardo por um problema de qualidade que não foi gerado em seu estabelecimento. Afinal, enquanto os postos continuarem assumindo o ônus dos desajustes ocorridos ao longo da cadeia, os diversos agentes não melhorarão suas práticas, nem serão mais cuidadosos em suas operações.</p>
<p>Roberto Fregonese – Vice- presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes – Fecombustíveis.</p>
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		<title>Dicas para Loja de Conveniências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desperdício é pior que as perdas identificadas Observe na loja de conveniência os seguintes gastos: • Descartáveis (copos, canudos, guardanapos, sachês e outros); • Falta de organizadores nas áreas de estoque, que geram perdas de produtos do fast food ; • Energia elétrica: equipamentos ligados sem necessidade, luzes acesas, ar-condicionado sem manutenção, fuga de energia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/loja.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-339" title="loja" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/loja.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a></p>
<p><strong>Desperdício é pior que as perdas identificadas</strong></p>
<p>Observe na loja de conveniência os seguintes gastos:</p>
<p>• Descartáveis (copos, canudos, guardanapos, sachês e outros);</p>
<p>• Falta de organizadores nas áreas de estoque, que geram perdas de produtos do fast food ;</p>
<p>• Energia elétrica: equipamentos ligados sem necessidade, luzes acesas, ar-condicionado sem manutenção, fuga de energia por deficiência nas instalações;</p>
<p>• Área de estoque desorganizada, o que gera perdas por manuseio, quebras etc.</p>
<p><strong>Atualização do mix de produtos</strong></p>
<p>O primeiro passo é analisar as vendas pela importância de cada item vendido, através dos relatórios da curva ABC, gerados pelo sistema de automação. Você verá que 20% dos produtos vendidos respondem por cerca de 80% do faturamento e do lucro da loja.</p>
<p>Avalie os itens que vendem mais, aumente as áreas de exposição deles e elimine todos os que giram pouco. É possível ganhar mais trabalhando com 600 itens do que manter 1.200 que não giram e ainda confundem os clientes na hora da compra.</p>
<p><strong>Precificação</strong></p>
<p>Marcar preço não é simplesmente multiplicar o valor de compra por um percentual de lucro. Verifique como o seu sistema de automação trabalha: se é por markup ou margem. Entenda os conceitos de precificar:</p>
<p>• Margem bruta é o resultado final entre o preço de venda e o custo dos produtos;</p>
<p>• Markup é o índice que se aplica sobre o preço de compra para chegar ao preço de venda, dentro das margens brutas desejadas;</p>
<p>• Trabalhe com margens diferentes para cada categoria ou mesmo por itens dentro da mesma categoria. Dessa forma é possível aumentar o lucro sem comprometer a imagem de preços altos;</p>
<p>• Quem faz o preço é o mercado. Entenda os limites e trate de melhorar as suas margens, ou deduza custos, ou o melhor: aumente as vendas para ganhar no volume;</p>
<p>• Conheça as reações dos seus clientes e a sensibilidade a preços;</p>
<p>• Avalie os resultados durante o mês e corrija as distorções a tempo de recuperar perdas de margem antes de fechar o mês.</p>
<p><strong>Quem faz os resultados é a equipe</strong></p>
<p>Trate bem da equipe, pois dela vêm os resultados. Capacitar não é tão difícil e é importante ter regras, metas de vendas, redução de perdas e desperdícios, motivação diária para impulsionar vendas e, principalmente, ações gerenciais na supervisão o tempo todo, orientando e treinando no próprio local de trabalho.</p>
<p>Para motivar a equipe são primordiais reuniões periódicas para discutir resultados, metas e ações. Nesse momento, use a experiência do dia a dia para motivar e estimular melhores resultados de vendas e lucro. Mas não se esqueça de dividir o bom desempenho com a equipe.</p>
<p><strong>Categorias de baixo giro</strong></p>
<p>Mercearia, higiene pessoal e material de limpeza têm 1% de participação nas vendas na média das lojas brasileiras. Por que insistir em manter gôndolas semi-vazias com produtos que não giram e só dão prejuízo pelas quebras, validade vencida, ocupação de espaço, dentre outros incômodos?</p>
<p>Seja ágil, elimine esses itens e as gôndolas improdutivas, ocupando o espaço com algo produtivo e gerador de lucro, como mesas e cadeiras para que os seus clientes possam consumir mais itens do fast food com conforto. Aumentando a permanência na loja, o crescimento de vendas é imediato.</p>
<p><strong>Trabalhar com alimentos frescos exige cuidados</strong></p>
<p>Comidas rápidas, café, salgados, sanduíches exigem cuidados com a Segurança Alimentar, atendendo aos padrões de qualidade e higiene previstos na RDC 216 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As normas sanitárias são simples e dependem de organização, pessoal comprometido com qualidade e algumas medidas de adequação dos equipamentos e das áreas de retaguarda.</p>
<p>O mais importante é que as regras sejam seguidas repetidamente e a equipe tenha consciência plena dos riscos a que se expõe em caso de eventuais contaminações por falta de higiene, contaminações cruzadas, produtos mal conservados e estocados em temperaturas inadequadas etc. Cuidado porque as multas são pesadas e, se a notícia chegar à imprensa, o prejuízo pode ser ainda maior.</p>
<p>Dicas produzidas pela MPP – Serviços de Marketing Ltda.</p>
<p>Fonte: Fecombustiveis</p>
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