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	<title>Destaques|mercado|petrobras|postos de combustíveis &#8211; SINDÓPOLIS</title>
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	<description>Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis</description>
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		<title>Diesel da Petrobras nas refinarias já acumula alta de 15% em 2018; gasolina avança quase 10%</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Área 1]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques|mercado|petrobras|postos de combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com seguidos reajustes, o diesel comercializado pela Petrobras nas refinarias vem renovando máximas e já acumula alta de quase 15% apenas em 2018, refletindo em grande parte a disparada nas cotações internacionais do petróleo. No dia 9 de maio, o diesel  foi vendido a R$ 2,1728 por litro nas refinarias da estatal, o maior nível</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Alta-Gasolina.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6794" title="Alta Gasolina" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Alta-Gasolina.jpg" alt="" width="340" height="240" /></a>Com seguidos reajustes, o diesel comercializado pela Petrobras nas refinarias vem renovando máximas e já acumula alta de quase 15% apenas em 2018, refletindo em grande parte a disparada nas cotações internacionais do petróleo.</p>
<p>No dia 9 de maio, o diesel  foi vendido a R$ 2,1728 por litro nas refinarias da estatal, o maior nível ao menos desde julho do ano passado, quando a petroleira deu início a uma nova sistemática de formação de preços, com reajustes praticamente todos os dias.</p>
<p>No acumulado do ano, o avanço chega a 14,65% e, desde julho, a 37,9%.</p>
<p>Além do diesel, a gasolina também vem subindo para máximas nas refinarias da Petrobras. Em 9 de maio o preço é de R$ 1,8523 por litro, alta de quase 10% em 2018 e de 33,85% desde julho.</p>
<p>O repasse ou não dessas alterações para as bombas dos postos de combustíveis depende da estratégia das distribuidoras e revendedoras. Além disso, a Petrobras vem ressaltando, inclusive em campanhas publicitárias, que mais da metade do valor final do produto deve-se à incidência de tributos e impostos.</p>
<p>Por meio de sua política de formação de preços, a companhia visa seguir as oscilações internacionais, entre outros parâmetros, de modo a manter certa paridade com o mercado externo.</p>
<p>Nas últimas semanas, o petróleo vem avançando com força, para os maiores níveis desde 2014, dados os cortes de oferta do cartel Opep, a demanda firme e, nesta semana, a saída dos Estados Unidos de um acordo nuclear com Irã, com possibilidade de novas sanções de Washington sobre Teerã.</p>
<pre>Fonte: Reuters</pre>
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		<title>Por que a queda de preço de combustíveis não chega ao consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques|mercado|petrobras|postos de combustíveis]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2016/11/tanque.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-5899 alignleft" title="tanque" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2016/11/tanque.jpg" alt="" width="434" height="288" /></a>Está difícil para os consumidores entender as razões pelas quais a Petrobras anunciou a redução de preços da gasolina e diesel, mas as quedas não chegaram nas bombas dos postos, ou seja, ao consumidor final. É que entre a refinaria da Petrobras e os postos, há as distribuidoras, que são as responsáveis para repassar a variação aos postos. Conversei com o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis (Sindópolis), Joel Fernandes, que explica o que está acontecendo.</p>
<p>Antes vale uma retrospectiva dos últimos cortes. A Petrobras anunciou nova política de preços dia 14 de outubro, para acompanhar mais as variações da commoditie no mercado mundial. Também informou um corte de 3,2% no preço da gasolina e de 2,7% no do diesel, sendo que ambos poderiam provocar uma redução de R$ 0,05 nos preços da gasolina e diesel. Passaram alguns dias e nada aconteceu. Na última terça-feira, 8 de novembro, a Petrobras anunciou nova redução nos preços. Cortou 10,4% no diesel e 3,1% na gasolina. Se essa variação fosse para o preço final, o diesel teria uma queda de R$ 0,20 e a gasolina, de R$ 0,05.</p>
<p><strong>As distribuidoras</strong></p>
<p><strong></strong>O combustível sai das refinarias e é entregue para os postos pelas empresas distribuidoras. Entre essas empresas, há grandes e pequenas. Segundo o diretor do Sindópolis, Joel Fernandes, as grandes normalmente têm terrenos que abrigam postos em pontos estratégicos de cidades ou rodovias. Como elas cobram esse aluguel, atualmente elas já entregam o combustível por preço cerca de R$ 0,20 mais caro. Além disso, as distribuidoras incluem seus custos com pessoal e outros, o que pode encarecer o insumo independentemente de decisão da Petrobras.</p>
<p><strong>Culpa do álcool anidro</strong></p>
<p>Há sete meses, o preço do álcool anidro, que compõe 27% da gasolina, vem subindo. De agosto até o fim de outubro, teve alta de 22%; em 80 dias, subiu R$ 0,80. Segundo Joel Fernandes, a mistura de gasolina e álcool é feita pela Petrobras e o custo maior desse insumo foi repassado para as distribuidoras que repassaram aos postos nos últimos meses. Por isso, o preço da gasolina que era entregue aos postos em R$ 3,02 por litro, subiu para R$ 3,21. Como os postos, para sobreviver sem entrar no vermelho precisam cobrar 20% sobre o valor que compram, antes desse reajuste deveriam estar cobrando do consumidor entre R$ 3,60 e R$ 3,79, sendo que o preço médio estava em R$ 3,69. Com a alta do álcool e o novo preço de R$ 3,21 para os postos, estes deviam estar cobrando dos consumidores (na bomba), R$ 3,89.</p>
<p>— Quem já estava cobrando R$ 3,89 poderia reduzir para R$ 3,88 nas bombas agora. Mas a maioria dos postos ainda terá que reajustar para compensar o preço do álcool &#8211; afirmou Fernandes.</p>
<p>O empresário mostra notas fiscais segundo as quais somente dia 11 último o preço do diesel caiu R$ 0,05 centavos por litro e o da gasolina, R$ 0,0125 nas compras dos postos dele (três na Capital).</p>
<p><strong>Os mais baratos</strong></p>
<p>O empresário Joel Fernandes também explicou as razões pelas quais dois postos de Florianópolis, um na Mauro Ramos, e outro próximo do Hospital de Caridade conseguem praticar preços mais baixos. É que os proprietários são os donos dos terrenos (não pagam aluguel), não investem muito na estrutura dos postos e também conseguem comprar combustível mais barato de distribuidoras menores. Quem aluga terreno compra combustível da distribuidora dona do terreno. Entre essas gigantes estão a BR, Shell, Alle e Ipiranga.</p>
<pre>Fonte: Diário Catarinense</pre>
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		<title>Petrobras reajusta preços dos combustíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques|mercado|petrobras|postos de combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gasolina e o diesel vão ficar mais caros nas refinarias a partir das 0h desta quarta-feira (30), informou a Petrobras. O reajuste da gasolina será de 6%. Já o óleo diesel vai subir 4%. Em novembro de 2014, a Petrobras já havia aumentado em 3% o preço da gasolina e 5% o diesel nas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/tanques-petrobras.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-4833 alignleft" title="tanques petrobras" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/tanques-petrobras.jpg" alt="" width="411" height="239" /></a>A gasolina e o diesel vão ficar mais caros nas refinarias a partir das 0h desta quarta-feira (30), informou a Petrobras. O reajuste da gasolina será de 6%. Já o óleo diesel vai subir 4%.</p>
<p>Em novembro de 2014, a Petrobras já havia aumentado em 3% o preço da gasolina e 5% o diesel nas refinarias. Assim como neste ano, o reajuste entrou em vigor a meia-noite do dia seguinte ao anúncio.</p>
<p>Na época, a diretoria da estatal vinha pressionando o governo para ser autorizada a praticar uma elevação dos preços dos combustíveis para reequilibrar suas contas. De janeiro a setembro, a companhia amargou prejuízo de R$ 60 bilhões por conta da defasagem de 17% decorrente da diferença entre o que a petroleira estava pagando pelo combustível no mercado internacional e o preço que estava vendendo no mercado doméstico.</p>
<p>Nos últimos aumentos, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3%, entretanto, a maioria dos postos acabou aplicando o índice integral. É o que deve ocorrer novamente.</p>
<p>De acordo com comunicado da empresa, os preços sobre os quais incidem o reajuste não incluem tributos federais, como Cide e PIS/Cofins. Isso significa que a alíquota dos impostos vai incidir sobre o novo valor, o que pode gerar um impacto maior na bomba de gasolina.</p>
<p>Para imprimir a nota oficial da Petrobras,<a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Nota-Petrobras.pdf"> clique aqui.</a></p>
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