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	<title>Eventos &#8211; SINDÓPOLIS</title>
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	<description>Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis</description>
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		<title>PROCON defende a moralização no mercado de combustíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Recentes fiscalizações do Procon resultaram em um saldo positivo para a revenda de combustíveis de Florianópolis: pelo menos dois postos foram interditados por registrarem irregularidades fiscais ou ausência de licenças e alvarás de funcionamento. O trabalho realizado pelo Procon da Capital foi tema de palestra realizada no Sindicomb, no último dia 22 de março. O</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_procon_01.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-314" title="palestra_procon_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_procon_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Recentes fiscalizações do Procon resultaram em um saldo positivo para a revenda de combustíveis de Florianópolis: pelo menos dois postos foram interditados por registrarem irregularidades fiscais ou ausência de licenças e alvarás de funcionamento.</p>
<p>O trabalho realizado pelo Procon da Capital foi tema de palestra realizada no Sindicomb, no último dia 22 de março. O diretor do órgão, Tiago Silva, é enfático ao afirmar que o setor varejista de combustíveis está sofrendo a ação de quadrilhas organizadas vindas, principalmente, do Paraná e de São Paulo. “Precisamos tomar atitudes enérgicas. Se não combatermos esta situação agora, não teremos como fazê-lo depois”. Segundo ele, as empresas desestruturam o mercado através da sonegação e ‘lavagem de dinheiro’, causando danos à arrecadação estadual e favorecendo a corrupção.</p>
<p>Ele afirma que as estimativas de irregularidades no setor atingem 5% dos estabelecimentos, enquanto a grande maioria, 95%, trabalha dentro da legalidade. O diretor acredita que falta consciência do consumidor no momento de abastecer seu veiculo. “Ele é avisado de que há indícios que o comerciante está sonegando, mas continua comprando. Falta educação”, alerta.</p>
<p>Em relação aos indícios de irregularidades, ele cita o posto revendedor que vende o produto por um valor muito abaixo do mercado, ou opera com preços de custo.</p>
<p>“O dono do posto faz caridade e vende o produto pelo preço de custo? Não, nenhum comerciante faz isto”, justifica.</p>
<p><strong>Trabalho conjunto</strong></p>
<p>O diretor do Procon da Capital acredita que deva haver um trabalho conjunto entre os vários órgãos de fiscalização para a aplicação da lei. Segundo ele, existem postos que, visivelmente, não apresentam condições mínimas de operação e, ainda assim, possuem alvará de funcionamento expedido pelos órgãos responsáveis. “Fornecer alvará a estes estabelecimentos é colocar a vida das pessoas em risco”. Segundo ele, as liberações só devem ser concedidas após análises criteriosas dos projetos e a fiscalização ‘em loco’ do cumprimento das exigências. “Tenho feito varias solicitações de cópias dos projetos ao Corpo de Bombeiro e até hoje não obtive resposta”, afirma.</p>
<p>A orientação do Procon é a de que os revendedores exijam rigor dos órgãos governamentais, principalmente da Secretaria de Fazenda, na moralização no mercado de combustíveis. “Quando fiscalizamos e fechamos um estabelecimento irregular, mostramos que é isto é possível”. O diretor alerta para a diminuição dos índices de arrecadação do ICMS de combustíveis no Estado em quase 5% pontos percentuais e diz que a sonegação só pode ser combatida através de ações continuas.</p>
<p><strong>Ações afirmativas</strong></p>
<p>Tiago Silva afirma que o Procon de Florianópolis tem sido um modelo de atuação positiva para outros municípios do estado. As ações envolvendo a fiscalização de agencias bancárias, empresas áreas e de telefonia, entre outros estabelecimentos, têm servido para demonstrar o empenho da instituição na defesa dos direitos do consumidor. “Quando se imaginou fechar uma agência bancária nesta cidade? Fechamos 3 estabelecimentos, porque se a lei existe, ela deve ser cumprida”, enfatiza.</p>
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		<title>Audiência discute segurança pública na Grande Florianópolis</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada 24 horas um posto de combustíveis é assaltado na Grande Florianópolis. A estimativa é de que 70% dos estabelecimentos já sofreram este tipo de violência. Para se ter uma idéia da situação de abandono em que se encontra a segurança pública na região, um posto localizado em São José já foi assaltado 32</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-666" title="seguranca-publica-1" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/seguranca-publica-1.jpg" alt="" width="337" height="254" />A cada 24 horas um posto de combustíveis é assaltado na Grande Florianópolis. A estimativa é de que 70% dos estabelecimentos já sofreram este tipo de violência. Para se ter uma idéia da situação de abandono em que se encontra a segurança pública na região, um posto localizado em São José já foi assaltado 32 vezes e, em apenas duas ocasiões os bandidos acabaram detidos.</p>
<p>Na tentativa de combater a crescente onda de criminalidade, que, além dos prejuízos materiais, colocam em risco a vida de funcionários e clientes, os sindicatos que representam a categoria &#8211; Sindicomb e Sindópolis &#8211; têm realizado ações sistemáticas para apontar o quadro de caos na segurança.</p>
<p>Em 2010 foram realizadas diversas reuniões com a cúpula da segurança pública no estado e os revendedores, em ato inédito no país, mobilizaram- se e fecharam os postos em protesto contra a ineficiência dos órgãos de segurança do governo.</p>
<p>Neste ano, os sindicatos vêm realizando encontros periódicos com entidades patronais do comércio e Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) para buscar, em conjunto, soluções para o problema. Esta iniciativa culminou na realização de uma audiência na Assembléia Legislativa que discutiu os rumos da segurança pública no estado.</p>
<p><strong>Efetivo policial</strong></p>
<p>Presidida pela deputada Ângela Albino (PC do B), a audiência revelou dados que ajudam a entender a escalada da criminalidade. Em 1999, havia 13 mil policiais militares no estado e hoje este efetivo é de apenas 11 mil. Deste total, 410 policiais militares estão fora das ruas, lotados em órgãos públicos. O número ganha expressão uma vez que é maior do que o efetivo do 4º Batalhão, responsável pela segurança e patrulhamento de toda a Capital. Já o efetivo de 3.201 agentes da Polícia Civil é o mesmo há 11 anos.</p>
<p>Há, ainda, outros dados alarmantes: somente em 2011, as cadeias catarinenses registraram a fuga de 429 detentos. Destes, mais de 150 ganharam as ruas de Florianópolis em duas fugas em massa no complexo prisional da Agronômica.</p>
<p><strong>Violência nos postos</strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-667" title="seguranca-publica-2" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/seguranca-publica-2.jpg" alt="" width="337" height="254" /></p>
<p>Para o vice &#8211; presidente do Sindicato dos Revendedores de São José e Região (Sindicomb), Luiz Ângelo Sombrio, a situação dos postos é caótica. “Viramos ‘caixa eletrônico’ dos bandidos. Em um período de 120 dias minhas empresas foram assaltadas nove vezes, com quatro furtos de cofres”. Segundo ele, o sistema comunicação da polícia não funciona, há problemas de gestão e de comando na segurança pública.</p>
<p>O revendedor questionou a ausência de representantes do governador e do secretário de Segurança Pública na audiência. “Vamos botar o dedo na ferida e reivindicar nossos direitos. Por que quem manda não está aqui? Onde está o secretário de Segurança? Sombrio indagou, ainda, para onde estão indo os recursos destinados a segurança. O segmento recolhe cerca de 20% do ICMS do estado e está sendo obrigado a contratar segurança privada. “Teremos que nos armar para enfrentar esta situação?</p>
<p>O presidente do SINFREN, Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis, João Maria de Agostinho, falou da insegurança nos locais de trabalho e da necessidade de buscar alternativas para diminuir a violência. “Hoje os trabalhadores em postos de combustíveis trabalham com medo”. Agostinho afirmou que os frentistas estão entre as categorias que mais sofrem com a ação dos bandidos. “Precisamos agir e exigir mais ações dos órgãos públicos competentes”.</p>
<p><strong>Legislação</strong></p>
<p>De acordo com Carlos Tadeu Lima Pires, presidente da Associação Metropolitana de Conselhos Comunitários de Segurança da Grande Florianópolis (Amecom), apesar de a população pagar impostos, não encontra respostas dos governos com relação à segurança. “Nós temos que procurar o Estado e mendigar aquilo que é de direito. A PM e a Polícia Civil fazem o que podem, é o estado que falha, nós precisamos de leis mais rígidas”, afirmou.</p>
<p>Presente na audiência, o deputado Maurício Eskudlark (PSDB) criticou a benevolência da legislação penal e afirmou que aumentos salariais e a realização de novos concursos públicos são essenciais para enfrentar a situação. &#8220;O problema é mais grave do que a população imagina, faltam vagas para menores, para os presos, estamos vivendo quase um caos social”, afirmou Eskudlark.</p>
<p>O diretor da Polícia Civil da Grande Florianópolis, Nivaldo Claudino, afirmou que se a situação está difícil não é por falta de projetos, que são apresentados constantemente, inclusive ao governador. Claudino demonstrou preocupação com o número crescente de pedidos de exoneração e de aposentadorias na Polícia Civil, cerca de 30 por mês. O delegado cobrou mobilização popular e pressão sobre os governantes. “Estamos cansados de balelas, não podemos brincar de fazer segurança”, argumentou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-668" title="seguranca-publica-3" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/seguranca-publica-3.jpg" alt="" width="337" height="254" />Para o Tenente-Coronel Araújo Gomes, comandante do 4º Batalhão da Capital, os mecanismos de controle estão superados porque os valores da sociedade mudaram e ninguém tem mais vergonha de ser preso, de andar armado ou de consumir drogas. “Jogar tudo para o mecanismo formal de controle é inútil”. Gomes afirmou que as famílias estão desestruturadas, as escolas não educam e a legislação tem sido modificada de modo a dificultar as ações dos policiais que estão na linha de frente.</p>
<p>O coronel Fred Schauffert, que representou o Comandante da PM na audiência, afirmou que a PM está no limite e os policiais têm uma carga exaustiva de trabalho. “Tenho 36 anos de serviço, a segurança no Brasil está no fundo do poço, ou recomeçamos ou estamos fadados ao insucesso”, declarou.</p>
<p>Participaram também da audiência os deputados Jorge Teixeira (PMDB), Jailson Lima (PT), o conselheiro Gilson dos Santos, policiais civis e militares, representantes dos Consegs e dos CDLs, vereadores, Sinfren, sindicalistas e líderes comunitários de Governador Celso Ramos, Alfredo Wagner, São José, Florianópolis e Biguaçu.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-690" title="seguranca-publica-4" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/seguranca-publica-4.jpg" alt="" width="417" height="471" /></p>
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		<title>Palestra: Prevenção contra assaltos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_assalto_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-284" title="palestra_assalto_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_assalto_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Para que ocorra um assalto são necessários três pilares básicos: um ofensor, um alvo vulnerável e um ambiente favorável à ação dos bandidos. Este é o ‘triângulo do crime’, conceito esclarecido pelo tenente-coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Junior, comandante do 4° BPM da Capital, durante palestra realizada no último dia 28 de abril, na sede do Sindicomb. O oficial expôs a funcionários e gerentes, técnicas de reconhecimento e prevenção de riscos direcionadas, especificamente, a postos de combustíveis.</p>
<p>Segundo o tenente-coronel, os postos de combustíveis são estabelecimentos com estruturas abertas e de fácil acesso, e. por isso, um dos alvos preferenciais dos assaltantes. “Os assaltos estão intensamente ligados ao tráfico e ao consumo de drogas, especialmente o crack”. Ele explicou ainda, que o perfil dos criminosos mudou: hoje é composto especialmente por jovens e adolescentes, aumentando o risco de ações violentas. ”A pouca idade, aliada ao uso de substancias como crack e cocaína, conferem coragem e frieza a estes criminosos”, esclareceu. Dentro desta nova realidade de violência urbana, é necessário adotar medidas de prevenção que dificultem a livre ação dos bandidos.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>Inicialmente, é importante que os estabelecimentos possuam mecanismos de segurança interna como câmeras de monitoramento &#8211; em pleno funcionamento -, que auxiliem tanto na prevenção como no reconhecimento dos assaltantes. O uso de cofres “boca de lobo” e portas de segurança para acesso aos escritórios dos postos, contribui para diminuir o risco do roubo de grandes somas.</p>
<p>No período da noite, na área externa do posto, a recomendação é a colocação de correntes em pontos estratégicos que inibam o acesso facilitado, especialmente de motos.</p>
<p>Adotar pequenas mudanças no quotidiano das empresas também garante resultados positivos. Um exemplo disto é manter os locais bastante iluminados com vitrines limpas e sem materiais de propaganda ou outros objetos que dificultem a visão dos estabelecimentos. “Um local bem iluminado e com boa visibilidade torna-se um fator de risco para o assaltante”, explicou Gomes.</p>
<p>Para os postos que funcionam de madrugada, a recomendação é restringir o acesso a produtos como bebidas alcoólicas, eletrônicos, energéticos, cigarros aromatizados. Uma opção é colocar expositores em frente aos produtos ou mantê-los em locais menos visíveis neste período.</p>
<p>Segundo Gomes, o assaltante entende a dinâmica dos estabelecimentos. Se depois do primeiro assalto nada foi alterado para conferir mais segurança ao local, o assalto se repete. “Se o criminoso não encontrar dificuldade, ele retorna e transforma o posto em uma espécie de ‘caixa eletrônico’, para conseguir pequenas somas de dinheiro”.</p>
<p>Manter sigilo sobre as atividades do posto é um procedimento básico que deve ser seguido por todos os funcionários. Comentários com parentes, amigos ou clientes sobre as rotinas da empresa devem ser evitados. Outra dica importante é nunca deixar dinheiro a mostra ou manter valores muito altos no posto. Os cheques, assim que recebidos devem ser cruzados e nominados à empresa.</p>
<p>Para o comandante da Polícia Militar, o estado de atenção dos funcionários auxilia na prevenção dos assaltos, pois geralmente, os criminosos fazem o reconhecimento do local antes da ação. “A melhor forma de evitar um assalto é agir antes”. Ele alertou que, diante de atitudes suspeitas, os funcionários devem sempre acionar a policia.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_assalto_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-283" title="palestra_assalto_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_assalto_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a><strong>Reação</strong></p>
<p>A orientação da PM é a de nunca reagir ao assalto, manter sempre as mãos à vista do agressor, não olhá-lo fixamente e evitar movimentos bruscos. Após o assalto, a primeira coisa a fazer é chamar a policia e somente depois tomar outras providências como avisar o proprietário da empresa ou verificar os danos causados. A informação rápida é essencial para a captura dos bandidos. As empresas devem sempre registrar o Boletim de Ocorrência, pois só assim é possível delimitar as áreas de maior incidência dos crimes.</p>
<p>Os funcionários podem auxiliar a polícia na identificação dos assaltantes fornecendo informações como altura aproximada, cor da pele e sinais característicos como tatuagens ou cicatrizes. E ainda, a cor dos sapatos, capacetes ou placa do carro. Porém, o oficial da PM alertou que é preciso ter cautela. “Os funcionários não são pagos para prender assaltantes, esta é a função da polícia”, frisou.</p>
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		<title>Atendentes de lojas de conveniência participam de curso</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os consumidores buscam cada vez mais as opções de alimentação oferecidas pelas lojas de conveniência. Sempre bem localizadas, as lojas demonstram ser uma tendência forte do segmento, pois proporcionam um significativo aumento do lucro e contribuem para a criação de vínculos de fidelidade com o cliente. Mas, para operar uma loja é necessário uma série</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/curso_conveniencia_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-288" title="curso_conveniencia_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/curso_conveniencia_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Os consumidores buscam cada vez mais as opções de alimentação oferecidas pelas lojas de conveniência. Sempre bem localizadas, as lojas demonstram ser uma tendência forte do segmento, pois proporcionam um significativo aumento do lucro e contribuem para a criação de vínculos de fidelidade com o cliente.</p>
<p>Mas, para operar uma loja é necessário uma série de cuidados, principalmente com a higiene. Assim como restaurantes, padarias e lanchonetes, as lojas de conveniência são obrigadas a seguir as determinações previstas na Resolução 216 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em vigor desde 2004. Os estabelecimentos que não seguirem à risca a legislação estão sujeitos a multas aplicadas pela fiscalização e até mesmo interdições.</p>
<p>Comprometidos com a legislação vigente, o Sindicomb e Sindópolis disponibilizaram gratuitamente para os postos associados o curso de Manipulação de Alimentos, obrigatório para todo atendente de loja. Conduzido pela nutricionista Fabiane de Lima, o treinamento realizado no dia 20 de setembro, teve o objetivo de capacitar os profissionais sobre como preparar, armazenar e vender os alimentos de forma adequada e segura.</p>
<p><strong>Recebimento</strong></p>
<p>Segundo a nutricionista, os cuidados devem começar pelo recebimento dos produtos na loja: o funcionário deve ficar atento para verificar produtos inadequados para o consumo, identificar se existem embalagens amassadas, violadas e conferir os prazos de validade. Após a conferência, os produtos devem ser imediatamente refrigerados ou encaminhados para os expositores.</p>
<p><strong>Armazenamento</strong></p>
<p>Para os alimentos congelados, a recomendação é seguir as instruções dos fabricantes em relação à temperatura e o descongelamento deve ser feito com cautela, preferencialmente em geladeira. Ela destacou que é expressamente proibido recongelar o alimento.</p>
<p>Qualquer produto que necessite ser transferido da embalagem original depois de aberto como os frios, por exemplo, devem ser acondicionados em recipientes limpos, com tampas e armazenados sob temperatura de 4º C (geladeira). Na impossibilidade de manter o rótulo original, as informações como nome do produto e data de validade, devem ser anotadas em etiquetas e afixadas nos recipientes para eventual controle.</p>
<p>Mercadorias não perecíveis devem ser guardadas em locais secos e frescos sendo ideal a temperatura de, no máximo, 26 ºC e se estiverem em prateleiras devem estar afastados da parede em pelo menos 10 cm para permitir a ventilação. Produtos de limpeza, de higiene e perfumaria ou químicos devem ficar armazenados em locais distintos dos alimentos.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/curso_conveniencia_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-287" title="curso_conveniencia_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/curso_conveniencia_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a><strong>Manipulação </strong></p>
<p>Em relação aos manipuladores responsáveis pelo preparo dos alimentos, as regras são bem claras. Os funcionários não podem apresentar lesões ou sintomas de enfermidades que venham a comprometer a qualidade sanitária dos alimentos, devendo, quando nessas condições, ser afastados temporariamente da atividade.</p>
<p>E nunca é demais lembrar a importância da higiene: funcionários que manipulam alimentos devem apresentar asseio pessoal, uniformes limpos, cabelos presos e protegidos por redes ou toucas. As unhas devem estar curtas e sem esmalte ou base e, para os homens, não é permitido o uso de barba.</p>
<p>A nutricionista alertou que os funcionários devem tomar cuidado para que não haja contaminação cruzada entre os alimentos durante a manipulação, por isso, a anti-sepsia das mãos entre uma atividade e outra, é imprescindível. Alimentos devem ser manuseados com pegadores e os utensílios usados devem ser lavados com produtos específicos para desinfecção, como bactericidas.</p>
<p>A limpeza de balcões e pias deve ser feita preferencialmente com álcool e toalhas de papel descartáveis &#8211; não são recomendados panos de limpeza, porque são facilmente contamináveis. Ao fim do expediente, é recomendável uma limpeza pesada com cloro nos pisos do estabelecimento. A água utilizada para o preparo dos alimentos deve ser potável e a caixa d&#8217;água deve ser lavada e higienizada a cada seis meses.</p>
<p>E, por fim, a legislação deixa bem claro que a área onde se realiza o recebimento de dinheiro, cartões e outros meios de pagamento de despesas deve ser reservada e os funcionários responsáveis por essa atividade não devem, nunca, manipular alimentos.</p>
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		<title>Funcionários dos postos participam  de palestra sobre lubrificantes</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como oferecer o lubrificante ideal para cada veículo e aumentar as vendas do produto? Este foi tema da palestra realizada no ultimo dia 1 de junho, na sede do Sindicomb. Para um público de 80 pessoas, o especialista em lubrificantes, Elemar Martins, da empresa Schrader, de Blumenau esclareceu dúvidas sobre os tipos de lubrificantes utilizados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_lubrificantes_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-292" title="palestra_lubrificantes_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_lubrificantes_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Como oferecer o lubrificante ideal para cada veículo e aumentar as vendas do produto? Este foi tema da palestra realizada no ultimo dia 1 de junho, na sede do Sindicomb.</p>
<p>Para um público de 80 pessoas, o especialista em lubrificantes, Elemar Martins, da empresa Schrader, de Blumenau esclareceu dúvidas sobre os tipos de lubrificantes utilizados em veículos automotivos, suas classificações e aplicações.</p>
<p>De acordo com Martins, o sucesso dos postos que oferecem serviços de lubrificação começa pelo conhecimento do produto “É necessário que os atendentes conheçam tudo sobre o negócio para fidelizar o cliente.” A organização do ambiente também foi ressaltada pelo especialista: uniformes limpos, boa apresentação pessoal, exposição correta dos produtos e limpeza do estabelecimento são fatores essenciais para incrementar as vendas.</p>
<p><strong>Funções</strong></p>
<p>Os lubrificantes possuem diversas funções, além de reduzir o atrito e o desgaste do motor. O seu uso mantém o motor limpo e livre de resíduos, veda a folga e proporciona eficiência ao veiculo. Auxilia também no resfriamento, pois equilibra a temperatura e protege o motor no momento da partida, quando há um maior desgaste.</p>
<p>Martins foi enfático ao afirmar que o melhor lubrificante para o carro é aquele sugerido pelo fabricante e que consta no manual do veículo. “A primeira coisa a fazer antes de oferecer o produto é saber qual o tipo de produto recomendado pelo fabricante.” Ele ressaltou que muitos motoristas hesitam em seguir as recomendações, principalmente quando o produto tem um valor elevado. “Neste caso, é importante que o frentista deixe bem claro que a responsabilidade por algum eventual dano no motor será do consumidor”.</p>
<p>Outro ponto importante esclarecido pelo especialista é sobre o uso de aditivos. “Hoje todos os lubrificantes já vêm com aditivos, ou seja, não é necessário usar aditivos adicionais”. Ele frisou ainda, que alguns motoristas desconhecem este fato e solicitam o produto aos frentistas. “Os funcionários nunca devem oferecer o produto, somente se o cliente exigir”.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_lubrificantes_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-293" title="palestra_lubrificantes_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_lubrificantes_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a><strong>Siglas</strong></p>
<p>A recomendação de Martins é a de que o frentista deve estar sempre atento às siglas que constam no frasco do produto. A mais importante, e representada pela sigla SAE diz respeito a viscosidade, ou seja, o tempo de escoamento de um óleo a uma determinada temperatura.</p>
<p>A viscosidade é definida por dois números separados pela letra W. Tomando como exemplo, a sigla 20W50, o primeiro número indica o comportamento do óleo a baixas temperaturas, e o segundo, seu comportamento em altas temperaturas. “Quando mais baixo o grau de viscosidade, mais rápido será o nível de lubrificação”, explicou ele.</p>
<p>A sigla API foi criada pelo Instituto Americano de Petróleo e tornou-se referencia mundial para especificar o tipo de óleo para cada motor. A letra S determina que o lubrificante deve ser utilizado em veículos com motores à gasolina, etanol e GNV e a sigla C, em motores à diesel. Ele esclareceu ainda, que quanto maior a letra que estiver ao lado direito do S ou do C, maior é o desempenho e a tecnologia do produto.</p>
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		<title>Palestra: Dano Moral nas Rotinas Trabalhistas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os números são alarmantes: somente nos últimos dois anos, aumentou em 600% o índice de processos trabalhistas envolvendo dano ou assédio moral no Brasil. Esta é a informação repassada pela advogada Ana Karina Gressler, especialista em Direito do Trabalho, durante palestra realizada no ultimo dia 9 de junho, na sede do Sindicomb. O objetivo da</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_dano-moral_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-296" title="palestra_dano-moral_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_dano-moral_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Os números são alarmantes: somente nos últimos dois anos, aumentou em 600% o índice de processos trabalhistas envolvendo dano ou assédio moral no Brasil.</p>
<p>Esta é a informação repassada pela advogada Ana Karina Gressler, especialista em Direito do Trabalho, durante palestra realizada no ultimo dia 9 de junho, na sede do Sindicomb. O objetivo da palestra foi esclarecer aos gerentes e proprietários de postos a conduta correta nas rotinas trabalhistas e também apontar mecanismos de defesa das empresas.</p>
<p>Para a especialista, o posicionamento dos tribunais é de proteção ao trabalhador. “Na dúvida, se não houver prova em contrário, a justiça dará ganho de causa ao trabalhador”. Ela alertou, ainda, que geralmente, os processos trabalhistas originam-se no processo de desligamento do funcionário, seja por demissão voluntária ou involuntária.</p>
<p>O conceito jurídico de dano moral é amplo e subjetivo, mas o entendimento dos tribunais é de que o assédio leva ao dano. Mas, como distinguir o assédio moral? O assédio se caracteriza pela exposição do trabalhador a situações constrangedoras e humilhantes de forma repetitiva e prolongada, a ponto de desestabilizar e fragilizar o empregado. Situações dessa natureza se manifestam, em geral, em relações hierárquicas (entre chefia e subordinados), mas, segundo ela, podem ocorrer, também, entre colegas do mesmo ambiente de trabalho. Neste caso, a advogada advertiu que, de acordo o artigo 932, III do Código Civil, mesmo que a empresa tenha cumprido todas as determinações legais, haverá a responsabilidade pela reparação do dano. “A empresa é responsável por atos de terceiros”, enfatizou.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_dano-moral_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-297" title="palestra_dano-moral_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_dano-moral_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Um ato isolado que gere ofensa ao trabalhador, apesar de, em tese, poder gerar direito à indenização, não caracteriza, por si só, o assédio moral. Os atos repetitivos é que o qualificam. Estes são mais graves porque, em razão da freqüência, minam a resistência e a saúde (física e mental) do trabalhador, tornando-lhe inviável a permanência no emprego.</p>
<p>Alguns comportamentos na rotina trabalhista podem tipificar o assédio moral, como por exemplo, o estímulo exagerado à competição de modo a tornar o ambiente de trabalho hostil, a ridicularizarão do empregado, o uso de “brincadeiras” ou apelidos com a intenção de inferiorizar e difamar o funcionário. Assim como atos de discriminação em função da raça, credo ou opção sexual, xingamentos, sujeição a trabalhos degradantes e atitudes que incentivem o descrédito e o isolamento do funcionário, entre outros.</p>
<p>Um ponto importante é saber diferenciar o assédio, da cobrança por produtividade e eficiência. No primeiro caso, há uma perseguição constante do empregado, levando-o à exposição repetitiva de situações constrangedoras que podem lhe causar danos psicológicos. Já a exigência pela realização de tarefas faz parte da rotina trabalhista. “O conteúdo pode ser o mesmo, mas a forma de cobrança tem que levar em conta o respeito e o bom senso”, advertiu Ana Gressler.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>A Constituição Federal impôs ao empregador a obrigação de assegurar um ambiente de trabalho saudável e equilibrado. Desta forma, a recomendação da especialista aos empresários é que, ao primeiro sinal de constrangimento de um funcionário, procurem coibir esta prática antes que se configure em assédio moral, evitando danos à saúde do trabalhador e uma possível ação trabalhista em decorrência deste dano.</p>
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		<title>Sindicomb realiza palestra sobre análise de investimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um posto de combustível pode dar lucro e, mesmo assim, falir? Sim, se não houver um bom gerenciamento do fluxo de caixa, todo negócio pode enfrentar problemas financeiros e se tornar inviável, no médio e longo prazo. Durante palestra realizada no Sindicomb, no último dia 27 de julho, o consultor Rodrigo Presser, da Presser &amp;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_investimentos_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-300" title="palestra_investimentos_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_investimentos_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Um posto de combustível pode dar lucro e, mesmo assim, falir? Sim, se não houver um bom gerenciamento do fluxo de caixa, todo negócio pode enfrentar problemas financeiros e se tornar inviável, no médio e longo prazo.</p>
<p>Durante palestra realizada no Sindicomb, no último dia 27 de julho, o consultor Rodrigo Presser, da Presser &amp; Gressler Consultores Associados, esclareceu aos associados que o lucro contábil nem sempre determina a verdadeira situação da empresa. Isto ocorre porque a apuração dos resultados, de acordo com a legislação brasileira, é realizada através do regime de competência, e não do regime de caixa, que define a saúde financeira das empresas, pois demonstra a real capacidade de pagamento de seus credores.</p>
<p>Presser afirmou que, ancorado somente nas demonstrações contábeis, a empresa estaria apurando seu lucro real, mas não a efetiva entrada do dinheiro. “O importante para a empresa não é somente a realização da venda em si, mas a efetiva entrada dos valores dessa venda”, explicou. É através do cálculo do fluxo de caixa que a empresa poderá direcionar suas políticas com os fornecedores e avaliar o quanto é possível vender a prazo, por exemplo. Segundo ele, as empresas podem estar até apresentando um lucro contábil, mas se o prazo fornecido aos clientes for maior que o de pagamento aos fornecedores, mais cedo ou mais tarde ela será obrigada a buscar capital extra, caso as vendas aumentem.</p>
<p>E qual é o valor real do seu negócio? Para o analista, o valor de uma empresa é determinado pela capacidade futura de gerar fluxos de caixa positivos, isto é, a avaliação não pode se limitar apenas à realidade atual, mas deve levar em conta seu potencial futuro. “Este valor é calculado no presente através de projeções como TIR, TER, TMA, VPL e Payback Descontado”, explica. A análise do investimento vai apurar se o valor aplicado no negócio oferece uma rentabilidade superior a uma aplicação financeira de mercado, que oferece retorno com riscos baixos. “A empresa deve oferecer uma rentabilidade maior sobre o capital investido e que compense a exposição aos riscos inerentes ao negócio”. Ele salientou que, caso contrário, é preferível manter o capital aplicado ou investi-lo em outro negócio que apresente melhor taxa de retorno.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_investimentos_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-301" title="palestra_investimentos_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_investimentos_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Presser salientou também que a análise dos balanços patrimoniais é tão importante quanto os cálculos financeiros, pois permite aos empresários a verificação dos indicadores e da situação atual do negócio e sua tendência, permitindo os ajustes necessários, antecipadamente.</p>
<p>Durante a palestra foram apresentados, ainda, modelos de planilhas de casos reais com projeções de investimentos onde os revendedores puderam verificar na prática os conceitos abordados e solucionar dúvidas sobre o assunto.</p>
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		<title>Palestra: Transformando Metas em Realidade</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é o comportamento mais adequado para receber o seu cliente? É óbvio que com um semblante alegre. E, é desta forma que devemos também interagir com nossos colaboradores. Esta é opinião da psicóloga Renata Schweitzer que ministrou a palestra “Transformando Metas em Realidade”, no dia 23 de agosto, no Sindicomb. Para a consultora em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_metas_01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-307" title="palestra_metas_01" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_metas_01.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Qual é o comportamento mais adequado para receber o seu cliente? É óbvio que com um semblante alegre. E, é desta forma que devemos também interagir com nossos colaboradores. Esta é opinião da psicóloga Renata Schweitzer que ministrou a palestra “Transformando Metas em Realidade”, no dia 23 de agosto, no Sindicomb.</p>
<p>Para a consultora em Gestão Estratégica de Pessoas e Educação Corporativa, com pequenas mudanças no cotidiano das empresas é possível obter resultados melhores da equipe e, ainda, aumentar o nível de comprometimento dos funcionários. Segundo ela, as metas de uma empresa são definidas, aprovadas e executadas por pessoas e, desta forma, os resultados são fruto da qualidade do trabalho desempenhado por elas. “Todo movimento positivo em relação às pessoas auxilia no aumento da sua produtividade”.</p>
<p>Ela ressalta que uma empresa é formada por clientes externos e clientes internos, que são os colegas de trabalho, chefes e subordinados. “Temos vários setores e diversos tipos de pessoas em uma empresa, com formações acadêmicas, sociais e culturais deferentes e não podemos tratá-los da mesma forma”. A recomendação da consultora é a de que todos devem ser tratados com dignidade e respeito, mas é importante saber distinguir e tratá-los conforme a sua identidade, caso contrário, o gestor corre o risco de a sua mensagem não ser compreendida.</p>
<p>Outro ponto destacado por ela é a importância do Feedback, ou seja, o retorno sobre o resultado de um processo ou atividade. “Se os gestores não buscam esta interação na avaliação com seus liderados, como eles poderão saber onde estão errando ou acertando, questiona a psicóloga.</p>
<p><a href="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_metas_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-306" title="palestra_metas_02" src="http://www.sindopolis.com.br/wp-content/uploads/2012/05/palestra_metas_02.jpg" alt="" width="480" height="315" /></a>Segundo Renata Schweitzer, qualquer ação do gestor ou até mesmo a falta dela irá causar algum impacto nas pessoas e na empresa. Cabe ao líder criar um ambiente propício para que o trabalho se desenvolva e seus liderados se comprometam para que cada um faça sua parte de maneira eficiente.</p>
<p>O objetivo de toda empresa é o crescimento e a superação de metas e para isso é preciso estar atento às mudanças necessárias. “É impossível conseguir melhores resultados com as mesmas atitudes”, finaliza a consultora.</p>
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